16 de março de 2012

E no Pira também tem debate cultural!!

Salve, salve, guerreiros!!
E tem mais uma novidade no Pira Rural esse ano: vai rolar um debate cultural com o diretor do Instituto Estadual de Música, Santiago Neto. Vamos todos lá pra discutir ações para o desenvolvimento no setor da música (e cultural de forma geral).

A seguir, segue a apresentação da PLATAFORMA RS DE MÚSICA, que será debatidano Pira Rural 2012!

Ações para o Desenvolvimento Sustentável para o Setor da Música

A Plataforma RS é a principal política do instituto e visa à promoção do desenvolvimento sustentável do setor da musica através do mapeamento de ações coletivas e independentes no âmbito musical dentro do Rio Grande do Sul, além de promover o estímulo, consultoria, acompanhamento e chancela dessas ações, buscando a capacitação aos agentes do setor – através de programas da Secretaria de Estado da Cultura, como o Criativa Birô, lançado durante a programação do FIC Livre no Fórum Social Temático 2012 - e democratização do acesso às ferramentas de financiamento, como LIC, FAC e Editais Públicos.

Por considerar estas ações propulsoras do desenvolvimento econômico e estético na música do Rio Grande do Sul, torna-se prioridade esta política de fomento através de quatro níveis:
  1. Estímulo – Incentivo à realização de programas colaborativos com abrangência na cadeia produtiva da música;
  2. Acompanhamento – Auxílio no desenvolvimento de projetos. Concepção, elaboração e execução;
  3. Consultoria – Assessoramento técnico através das diretorias da Secretaria de Estado da Cultura;
  4. Chancela – Apoio expresso do Instituto Estadual de Música a realização do projeto junto a patrocinadores e agentes de financiamento da cultura.
Iniciado o processo de estímulo e acompanhamento, através de incursões e representações do Instituto Estadual de Música em todas as regiões do estado durante o ano de 2011, criou-se na sociedade civil uma ampla rede de agentes produtores de cultura, envolvendo diversos segmentos musicais e movimentos sociais, destacando-se o Circuito Fora do Eixo, Fórum Estadual de Hip Hop, Grupo de ação Afirmativa Afrodescendente (movimento negro) e Associação Cultura Reggae RS (ACRER).

A primeira organização desta rede em questões pontuais referentes à estes eventos chama-se Plataforma RS de Festivais e Ações independente.


Plataforma RS de Festivais e Ações Independentes

A Plataforma RS de Festivais e Ações Independentes é uma ação de perfil colaborativo que integra produtores, coletivos e gestores culturais, com o objetivo de fortalecer o cenário musical do estado através de estratégias de desenvolvimento e qualificação dos festivais independentes da região, entendendo que um calendário ativo de eventos desse gênero constitui base fundamental para a divulgação da música brasileira contemporânea.

Entre os pontos fundamentais aventados em reunião inaugural da Plataforma RS em novembro de 2011, estão as seguintes iniciativas:
  • investir em ações contínuas de formação e capacitação de realizadores, garantindo o desenvolvimento técnico, a consistência estética/conceitual e a consolidação do caráter sócio-cultural dos festivais independentes do estado;
  • aperfeiçoar a coleta e sistematização de informações referentes aos números movimentados pelos festivais, comprovando seu impacto atual na economia da cultura;
  • formar grupos de trabalho com o objetivo de aperfeiçoar a confecção de projetos e a captação de recursos junto à iniciativa privada e aos órgãos públicos de fomento à cultura;
  • estabelecer núcleos de representação dos festivais junto ao poder público em âmbitos locais, estaduais e nacionais, garantindo a valorização desses eventos como plataformas importantes da democratização do acesso à cultura;
  • fomentar a circulação de bandas e artistas da cena independente por esses festivais, buscando ampliar os canais de divulgação da música autoral e a distribuição de seus respectivos produtos (discos, camisetas, revistas etc.);
  • promover a formação de público para a música independente de cunho autoral;
  • buscar a integração entre os festivais e a agenda cultural dos municípios e do estado, posicionando esses eventos como dinamizadores da vida cultural das cidades;
  • desenvolver estratégias de circulação internacional entre os países fronteiriços no extremo sul do Brasil.


* Texto retirado da apresentação da Plataforma RS de Música, do Instituto Estadual de Música.

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