23 de fevereiro de 2016

Fogueira com chama de todas as cores...

Foto: Paula Carvalho
Salve, salve, amiguinhos!!

A Cascatinha não para!!! E tem mais artista pisando no palco Ricas Abóboras pela primeira vez em 2016 e dando mais cores a nossa fogueira...

Chama Violeta é o nome do grupo musical que se originou no sul do Brasil com um som original, profundo e transmutador. O grupo mistura ritmos e sensações em uma levada genuinamente brasileira, no entanto, mesclada às influências de todos os cantos do mundo. Este grupo trás, em suas músicas imagéticas e transcendentais, a preocupação com a vida, com o homem e com a terra. Entendendo que o homem é um agente importante na transformação do meio; e que seus pensamentos e ações modificam o presente, e projetam o futuro. 

Chama violeta” o nome dado a este grupo é o fogo sagrado que transmuta a causa, o efeito, o registro e a memória do nosso passado histórico. Esta é a chama da transmutação e da liberdade. E motivados pelo significado simbólico desta Chama, que este jovem grupo inicia seus trabalhos buscando em seus anseios a reconstrução do hoje pela experimentação dos sons e dos sentidos. Assim tecem uma musicalidade que não se encaixa em um único gênero musical e desconhece seus limites. Elogiando a dúvida, exercitando o amor e cortejando a paciência; não porque o tempo sana, mas porque ela: a paciência, é generosa com o processo. E é burra a crença na finalidade.

ILHA
Pensando a ilha como um lugar autônomo e integrado, criamos este show. Assim, em uma ilha. Cercado de águas, no mato, com pássaros nos ensinando a cantar todos os dias. Assim, se deu o processo. Porém, ao longe podíamos ouvir os barulhos dos carros, os barcos cargueiros, o ir e vir das pessoas. E, propomos, então, uma conversa com a cidade, para lhe contar que logo ali se tem água pura para beber, silêncio e fruta madura no pé. E, diariamente, retornávamos à cidade onde, cotidianamente, tecíamos este diálogo. Talvez, acreditemos nas ilhas de desordens. E, foi na ilha que fizemos nosso primeiro show, e que chamamos igualmente de Ilha, onde pudemos evidenciar o processo. Este show traz a conexão com o sensível, a disposição com a vida e a predisposição para transformação. Procuramos com a nossa arte a sensibilização, o mergulho, o reencontro, um despertar. Misturando ritmos e estilos. Entre o samba, e o funk, com jazz, com reggae, no Soul, na Salsa.

E, conversando com as nossas raízes nas músicas regionais. Brincando com o coco, com baião, com a ciranda, com boi bumbá, com o Sopapo, e o tambor de crioula. Tecendo uma musicalidade singular, cercada de ambiência, mergulhada em sensações. Buscando na terra, o enraizamento, a ancestralidade, a arte. No fogo, a força, a nutrição, a transformação. Na água, a fluidez, a continuidade, a calma. E, no ar, os sonhos, a potência.

No grupo, músicos, atores, poetas e palhaços. Transposições de artes, diálogos entre linguagens. Titeu Moraes na guitarra; Paulo Liska, no baixo; Chirú, no violão e no vocal; Duda Cunha, na bateria; Rafael Pavão e Luana Fernandes, na percussão. Propomos um passeio por matarias, morros, rios, cidades, cachoeiras, e cascatas. Lugares longínquos, antigos, perpetuados no inconsciente. E, assim, talvez, consigamos acessar aquele ‘ponto tenro e sem nome que faz do seres humanos, seres humanos’.
Contatos:
Luana Fernandes – 51 9995-9825
lua.fernandes@hotmail.com
Rafael Pavão – 51 9134-2327
rafapavi@gmail.com
violetachamavioleta@gmail.com


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