15 de dezembro de 2016

Começando em grande estilo rumo a edição 2017

Salve, salve, amiguinhos!!

Estamos dando os primeiros passos rumo à edição 2017 do festival. E nada melhor que começar com essa arte fantástica criado pelo nosso amigo e mestre Dago Vianna. Então confiram aí o que ele fala sobre ela!!



"O conceito da ilustração procura dar uma resposta à confusão de valores que atravessamos no nosso país, tendo em vista da situação turbulenta da política e esse cenário surreal de pessoas se odiando em função das suas realidades distorcidas por convicções. Em resposta a tudo isso, resolvi criar um visual bem "Peace and Love". 

O balão lembra o "Yellow Submarine", uma referência do psicodelismo dos Beatles, e possui um símbolo de um deus asteca chamado Hunab Ku que representa o início de todas as coisas.
A cabeça do barco também é de um deus, este asteca, chamado Quetzalcoatl: o deus serpente emplumada. Isso é para descontextualizar um pouco da realidade e pegar uns valores aqui da América Latina. O ambiente da ilustração, no ar, transmite paz porque é etéreo, onírico, assim como os sonhos. 

O músico está no barco tocando o trompete de onde saem flores. Elas significam paz e todas essas cores são para reforçar o lado lúdico da vida que a galera encontra no Pira Rural.

O balão e o barco foram pintados à mão, com aquarela sobre papel italiano Fabriano e lápis de cor. Uma ilustração feita à mão é construída entre erros e acertos e as formas se compõem conforme vão sendo pintadas. A montagem final foi feita no Photoshop. A ilustração é um processo que não temos pleno controle, assim como a própria vida. 

É isso ai, galera. 
O Pira Rural está no ar!"


Curtiu?
Então fica ligado, que a páscoa logo logo ta aí!!!

7 de abril de 2016

Encerrado mais um ciclo de páscoa, vamos aos agradecimentos...

Salve, salve, amiguinhos!

Quanta chuva!!!
Quanta lama!!!!
Mas nada que tirasse o brilho dessa galera lindona que estava presente em mais um Pira Rural conosco...
Passado uma semana e pouco do Festival, e depois de um bom descanso pra recuperar as energias, é chegada a hora de encerrar mais um ciclo de páscoa e agradecer a todos que fazem dessa Pira o que ela é...

Começando por um dos trabalhos mais difíceis e importantes no Festival, ele que já é figura carimbada e querida por todos que tem visitado a Cascatinha na páscoa nos últimos anos: Duda! Grande figura, sempre mantendo a ordem no banheiros e distribuindo sorrisos pra todos - obrigadão Duda!!

Outro pessoal que trabalhou na surdina, sem quase ninguém perceber, a equipe que fez a segurança lá na beirada da estrada durante a noite: Diontinha, Volnei e sua equipe - muito obrigada pra vocês!

Aos nossos fornecedores, que garantem desde os itens industrializados imprescindíveis, até a produção de alimentos orgânicos e bebidas artesanais, que garantem a qualidade local dos alimentos e bebidas, e fazem um sucesso enorme com todos presentes. Buscando sempre incentivar o comércio local assim como os produtores da região, temos que agradecer: a Prefeitura Municipal de Ibarama pelo apoio de sempre, emprestando mesas, cadeiras e deixando ambulância de prontidão pra caso de necessidade; Peitasso Distribuidor de Bebidas; Supermercado Lazzaroto de Ibarama; Supermercado Silão de Arroio do Tigre; ao seu Adelmo Frederico Jahn e seu Nilton Luiz Haas - produtores de banana de Arroio do Tigre, que doaram aqueles belos caxos que estavam enfeitando nosso Festival, e que ao final foram rifados para que o valor arrecadado seja doado aos Bombeiros Voluntários da nossa região; ao Pasqual Finn - produtor local que arrumou as abóboras para o nosso palco; ao Marcos do Hotel do Comércio; a Cachaçaria Gringuinha que produz a já famosa Cerveja Gringa; ao seu Mário e dona Renilde Raminelli - que além de fornecerem diversos alimentos orgânicos, também abriram as portas de sua casa para nos receberam pela segunda vez no PiraTur, explicando um pouco da vida no campo e do funcionamento da produção em sua propriedade!! Todos parceiros de longa data já do Pira Rural, e que a cada ano renovam essa parceria conosco, dando suporte para que possamos realizar esse Festival do jeito que todos conhecem! À Marcia, Fábio e toda equipe da Bandeira Um, que mais uma vez foram parceiros na sonorização do Festival, encarando mais uma páscoa de chuva, sempre muito prestativos e de diálogo fácil, juntamente com o pessoal da Seeg Geradores, que garantiu a energia do Festival! Muitíssimo obrigado a todos vocês!!

Também ao Dago, que pelo segundo ano fez a arte gráfica do Pira, sempre no espírito da Cascatinha, e que na páscoa está sempre conosco participando dessa pira, valeu Dago!!

Aos organizadores de excursões, que pegam essa missão complicada e tão importante pra nós, e carregaram junto a maior parte da galera que vem curtir esse fim de semana intenso conosco! Chris, Emílio e Dudu, Cibele, Sabrina, Tales, Dayara, Bruno, Preta, Dener, Murilo, Limão, Thiene - que trabalhou além e organizou uma van pra galera com ingresso avulso que veio dos lados de Santa Maria - Letícia, Jéssica e Nôni, essas duas últimas que acabaram nem conseguindo vir participar esse ano, mas organizaram suas excursões mesmo assim!!! Muito obrigado pra vocês!!

Outra galera que trabalhou demais pra garantir aquela bóia de se babar foram os nossos auxiliares de cozinha: Maicon, Sandra, Marpessa, Dona Lurdes, Dona Anair, Helô e Debora. Muito obrigado por vocês meterem o braço junto nessa tarefa essencial pra manter todos saudáveis, felizes e de barriga cheia!

E falando em cozinha, não podemos deixar de citar nossa primeira leva de voluntários queridões, aqueles que deram aquela mão esperta na cozinha pra tudo rolar direitinho: Marquinhos, Jaque, Douglas, Ezequiel, Lu, Mateus, Geisi, e Amanda. Obrigadão pra todos vocês!!

Seguindo naquelas comidas especiais de primeira, também temos que agradecer ao pessoal da Arca do Grego, que mandou pão com moio deliciosos pra todo mundo, além de outras comidas e bebidas naturais. Ao Greguinho e Diego que toparam essa parada dura, obrigadão de coração pra vocês. Assim como a galera que deu aquele auxílio ali para eles, a Hote, a Gabi, o Diego, e a Gabriela e Maurício, que vestiram a camisa e foram pra lida lá no Festival mesmo, ajudando a suprir a ausência de outros voluntários que não puderam vir!! Obrigado pra vocês também queridões!

E já que falamos na Arca do Grego, vamos seguindo pelas beiradas para agradecer também, mais uma vez, essa parceria de longa data já, com os queridões de Panambi que sempre trazem aquele chopp Panambier especial de primeira que faz a galera toda brilhar o olho!! Grande abraço e obrigadão pro Nego, Marcelinho, Sandro, Vicente e Thales!! Sem esse chopp, esse Festival não seria o mesmo!!

Chegando pela beirada da arena Cascatinha, agradecemos também a Bárbara, a Jessica, Júlia e Cliff, a Jai e a Chandra - que estiveram presentes na banquinha comercializando seus produtos, e auxiliando também por ali com o material das bandas que postaram seus itens pra comercialização, ajudando a formar essa cultura do fazer as coisas de forma independente e mais artesanal!! Obrigadão pra vocês também!!

Aos voluntários da Rádio Camarim, Breno - velho de guerra já, e também ao Sandina, que meteu alguns sons lá pra segurar a onda em horários inóspitos, muito obrigado gurizada!! Também vale lembrar aqui o Douglas novamente, que além da cozinha, também deu uma mão ali no palco, valeu velhinho!

Aos queridões da cobertura colaborativa, que ano após ano, registram a memória do Festival para que ela nunca se perca!!! Michi e Gabi, véias de guerra já no Pira; Mari, que após várias dúvidas conseguiu voltar esse ano, e também o Davi, Daniel e Fábio, que nos ajudaram pela primeira vez, todos esses fazendo vídeos no Festival - obrigadão de coração meus queridos! Já na ala das fotografias, mais uma galera que vem nos presenteando ano após ano com seus registros belíssimos: o Christofer, o Matheus e a Leíne que vieram pela segunda vez consecutiva clicar o Festival de forma oficial com seus olhares únicos; a Ale, que após um ano longe, voltou pra nós; o Cleo, a Maitê e o Guto, que vieram pela primeira vez oficialmente pra se juntarem conosco na história do Pira!! Muito obrigado a todos vocês pela honra de podermos ver e rever quantas vezes quisermos o Festival através de seus olhares!!

O texto está longo, sabemos!
Mas são tantas pessoas pra agradecer, que não podemos nos preocupar com isso... seguimos então! :)

Outra tarefa importantíssima - e pouco vista, já que ocorreu na segunda-feira pós Pira - foi o recolhimento e organização do lixo do Festival. Cati, que trouxe seus alunos de uma escola de Ibarama, auxiliando assim a escola e também ensinando para a gurizada a importância do cuidado e da separação do lixo. Função social importante!!! Muito obrigado Cati e toda galerinha que ajudou nessa tarefa!

Também temos que agradecer e muito a todos que foram atração e deram brilho a esse Pira, em cima do palco, na grama, nas mesas lá atrás da cozinha, ou mesmo la no galpão do tio Ari!! A lista é longa, então vamos por partes...

Ao Will e a Hyndira - que fizeram uma intervenção belíssima com a união de duas artes: a pintura e a música - muito obrigado pra vocês!!

A todos os nossos ministrantes, facilitadores e guias das oficinas e vivências do Festival: Hote, Ana Flávia; Pam e Fernando Brambilla; Pratiksha, Dharano, Parinam e Sandesh; Chandra e Charles; Camila; Henrique e Felipe; ao Dione - que deixou tudo pronto pra trilha, mas que não rolou por causa chuva incessante; ao Diego novamente, que aqui ainda contou com ajuda da Suélen pra guiar a galera!! Obrigado a todos vocês por partilharem seus conhecimentos e suas experiências conosco e com a galera do Festival!!! Vocês são parte essencial nesse processo todo de fazer o Festival acontecer e mais ainda, de agregar algo a cada um que participa da páscoa conosco!!

Aos artistas que mandaram ver na trilha sonora que embalou os coraçõezinhos encharcados pela chuva e pelas bebidas artesanais, distribuindo suas notas musicais no palco, na grama, ou onde fosse possível: Manouche Manolo e Maria Baderna, que tocaram no meio da galera - na grama mesmo; ao mestre Maurício que sempre toca onde houver som; aos artistas solo ou das bandas, que botaram tudo abaixo no nosso novo palco - Ricas Abóboras III: Quarto Ácido, Chama Violeta, Magabarat, La Digna Rabia, Muñoz, Vãn Züllatt, Gabriel Romano, Naftalanja, Iago Mariani e Os Viajantes, Geringonça, Velho Hippie, Kiai, Tagore, Trabalhos Espaciais Manuais, Davi Henn, Mar de Marte, Los Cucarachos del Blues, Natan e Naiane, Centro da Terra, Máquina Seca, a Betty - que fez o encerramento e ao Vini (que fez um baixo na elegância com a Betty)!! Muitíssimo obrigado de coração a todos vocês!!! A música é a razão de todo esse movimento - ainda que essa razão tenha se expandido e se tornado algo maior, de movimentação cultural, valorização das coisas locais, da natureza e das pessoas!!! Foi a partir da música que tudo começou, e o amor pela música é umas das grandes razões pelas quais nos reunimos todos e cada páscoa... 

Um agradecimento mais que especial a todos os grandes amigos que colaboram ano a ano, e que novamente auxiliaram de forma excepcionalmente linda pra que tudo funcionasse!! Sem vocês, certamente o Festival não seria possível!! Thiagão - o cara que mais sobe e desce a ladeira da Cascatinha e que ataca em qualquer ponta quando necessário, sem deixar ninguém na mão; Elis - que tirou férias pra vir de longe num festival de 3 dias de duração, e passou 5 dias trabalhando nele; Trindade - por todos os trabalhos prestados e especialmente o guincho de carros potreiro acima, pra que houvesse espaço pra todos, assim como os inúmeros socorros necessários pela água que não parava de cair; Nedi - sempre incansável em tentar ajudar e alimentar todo mundo; Mazzei -  o guardião da fogueira e que também meteu os pés valendo no barro pra ajudar nas diversas encrencas que surgem no Festival; Pri - nossa já eterna salva-vidas, que esse ano felizmente não precisou trabalhar muito nessa área,mas se juntou a cozinha e ao bar auxiliando todos; Cabeludo - que esse ano não precisou botar a mão na ponte, mas chegou junto de novo pra dar aquela ajuda esperta no bar; Julião e Débora - grandes figuras ajudando e vendendo muita cerveja pro povo; Diego Armando - que trabalhou muito no bar e ajudou a resolver umas pendengas; jovem Nésmo - responsável pela arte lindona que embelezou as paredes do nosso novo camarim, e ainda ajudou demais antes e durante o Pira; Alles - sempre pronto pra dar aquela mão em qualquer hora, e que gastou o caminho Sobradinho-Ibarama nos ajudando; Betinho - assumindo junto no bar na madrugada e segurando as pontas até o clarear do dia; assim como a Bruna - que varou uma noite ajudando na bodega; Ceci - que meteu cachaça, graspa e absinto em todo mundo; Luciano - que deu uma baita força antes do Festival em um momento crítico; Dione - que apesar de não rolar a oficina, deixou a trilha pronta, e ajudou a deixar a Cascatinha em ponto de bala pra receber a galera; Surf - amigo véio, sempre ajudando e incentivando o Festival, e que esse ano fez uma baita mão carregando geladeiras, freezers e dinossauros pra Cascatinha; Danusa e Gérson - que além de ajudar no bar e câmbio rural, são os responsáveis pela construção da Arena Cascatinha, que segurou as pontas com toda aquela chuva e garantiu uma grama sequinha pra convivência da galera toda que ficava por ali!! Amigos, amamos todos vocês e somos muito gratos por ajudarem de forma indispensável à realização do Festival!! Um muito obrigado gigante pra todos vocês!!!

À Betty, que mais um ano cedeu esse espaço mágico que todos chamamos de Cascatinha, para que mais uma vez pudéssemos fazer nossa reunião de páscoa lá, dessa grande família chamada Pira Rural!! Obrigadão de coração tia Bettynha!! :-)

À a família do tio Ari, vizinhos da frente da Cascatinha!! Ano após ano nos emprestam parte de sua propriedade, seus galpões, e até mesmo sua casa, e sempre muito receptivos e com muito carinho, aguentam durante toda a páscoa o agito e barulho causado pelo Festival, sem nunca terem reclamado ou pedido algo em troca!! Família exemplar, e que nunca conseguiremos agradecer o suficiente!!!

Pra finalizar então, temos que agradecer ao nosso público incrível, que vem de longe, compra ingresso antecipado, monta acampamento na chuva, mete os pés no barro, e encara toda essa páscoa conosco!! São vocês que viabilizam a realização do Festival... chegam compartilhando alegria, respeito e muito amor, e nos deixam de corações plenos! 

A todos que fizeram dessa Pira e continuam fazendo, ano após ano, a história que ela é, o nosso muito obrigado!!
Até a páscoa que vem amigos! :-)

Cella, Tuito, Fhio, Gabi, Liara, Bombaia, Chico, Stella, Gu, Cris, Franco e Cacá!
Clube Mundo Coletivo

31 de março de 2016

Poetizando as águas da cascatinha


Arena Cascatinha

Nas barrancas do Lajeado da Gringa
Obra Geringonça da Natureza
É lá e na Páscoa que renasce Pira Rural
Criação de Trabalhos Espaciais Manuais
Com pilares de cerno Muñoz
Erguidos com sopros do Maurício Oliveira
E coberto com folhas de Naftalanja
No alto as Aves Tagore lando
Manouche Manolo vindos do Norte e do Sul
Procurando o Quarto Ácido de Panambier
Ali a Arca do Grego ancorou
Com muitos seres do Mar de Marte
Iago Mariani & Os Viajantes trouxeram especiarias
Gabriel Romano os molhos de acordeon vegano
Davi Henn instrumentos de cozinha colonial
Maria Baderna os caldinhos da Betty
Will Fedrizzi uma tábua afinada de legumes
E Hyndira Borba muitas cores de Magabarat
Por lá dias de chuva é o KIAI pra curtir
Com amigos na fogueira de Chama Violeta
Sentir o calor do Centro da Terra
E como uma Máquina Seca
Os trajes de Los Cucarachos Del Blues
Mesmo com os ventos da Butique da Cana
La Digna Rabia dos seres seguiu tranquila 
Como o espírito do Velho Hippie
Que nas manhãs distribuía sementes de Vãn Züllatt
E na companhia dos mirins Natan e Naiane
Abraçava a Xispa Divina do Povo
As estrelas da Arena Cascatinha

Tuito            

21 de março de 2016

O cuidado com o lixo!

Olá amiguinhos...

A edição 2016 do Pira Rural está quase chegando, e como sempre fazemos na reta final, passamos pra falar das coisas importantes sobre a vinda e permanência no Festival.

O lixo
Foto: Rodrigo Pozzobon
Como já dito em post anterior, ano passado houve muito lixo deixado para trás no Festival. Esse ano contamos com a colaboração de todos pra que tudo ocorra melhor nesse quesito!

Cada um é responsável pelo lixo que produz, e é importante que se de o fim adequado a cada tipo de lixo!

Durante o Festival teremos diversas lixeiras de diversos tipos esparramados por toda a área da Cascatinha!

Lixo seco
Foto: Gabriela Kliemann Dias
Haverão lixeiras para lixo seco em toda área de camping, assim como em diversos pontos próximos ao palco, bar e cozinha. Então cuidem para sempre utilizar as lixeiras! Todas embalagens plásticas, latas e outras coisas que são lixo seco, e que também constituem o maior volume de lixo do Festival, devem ir nessas lixeiras.

Se for lata, aproveite e amasse antes de jogá-la no lixo. Isso irá economizar espaço e otimizar o uso das lixeiras!

Lixo orgânico
Assim como ano passado, haverá uma lixeira exclusiva para lixo orgânico ao lado do lava pratos, localizado atrás da cozinha. Ao lado haverá um saco com serragem para cobrir o lixo orgânico!
Foto: Gabriela Kliemann Dias

As instruções estão escritas na plaquinha que fica junto a essa lixeira, mas já vamos aproveitar para repeti-las:

- jogue o lixo orgânico na lixeira;
- cubra de serragem;

Assim não haverá mau cheiro, e a lixeira vira uma composteira com esse material orgânico depositado dentro juntamente com a serragem.

Bitucas de cigarro
As bitucas de cigarro também tem um lugar específico para serem depositadas. Haverão diversas latas com areia, chamadas por nós de "atola bituca", que são exclusivas para depositar bitucas de cigarro. Haverão diversos "atola bituca" espalhados também na área do Festival.

Mas atenção: são para depósito exclusivo de bitucas de cigarro!! Não são para latas, nem pra restos de comida pessoal!!!

Restos de acampamento
Em 2015 houve um número enorme de lixo de acampamento que ficou pra trás por quem veio até o Festival. Barracas quebradas, lonas rasgadas ou apenas sujas, colchões infláveis que furaram...
Isso tudo deu um trabalho enorme pra ser recolhido.

Esse ano haverá uma lixeira, próximo a entrada/saída do Festival, em local bem visível, onde deverão ser depositados exclusivamente esses restos de acampamentos. Ao final do Festival, quando estiverem indo embora, caso ocorra algo do que foi descrito acima, recolha, dobre pra economizar espaço, e deposite dentro dessa lixeira. Ela é exclusiva para:

- pedaços de barracas;
- locas rasgadas/furadas/sujas;
- colchões infláveis furados;

Não deixe nada para trás na área de camping! É obrigação de quem participa recolher tudo o que trouxe junto. As demais lixeiras de lixo seco são para itens pequenos, sendo essa lixeira - próximo ao local de entrada/saída da Cascatinha - de uso exclusivo para esses restos de acampamento.

Cuidado com garrafas de vidro
Como aconteceu nos últimos 2 anos, haverá comercialização no Festival da cerveja Gringa, em garrafas de 600ml, Essas garrafas são de vidro, e elas podem se quebrar caso caiam no chão. Tomem cuidado no manuseio dessas garrafas ou qualquer outra garrafa/objeto de vidro, pois muitas pessoas circulam de pé no chão pelo Festival.

Em caso de dúvidas, falem conosco que passamos orientações.
O que não vale é deixar lixo atirado na Cascatinha na hora de ir embora folks! Contamos com a colaboração de todos pra mantermos o local limpo e organizado após nossa passagem no feriadão de páscoa, para que assim possamos continuar usufruindo desse belo lugar!

Abraço a todos e até sexta-feira! :-)

16 de março de 2016

Lembretes e recados importantes, leiam com atenção!!!

Salve, salve, amiguinhos!!!

Pira Rural 2016 está se aproximando, e como sempre fazemos nessa época, estamos passando pra deixar alguns recados muito importantes pra todos!! Por favor, leiam tudo e com atenção!!!!

  • Os ingressos estão esgotados e NÃO HAVERÁ venda de ingressos na hora!! Se você não possui ingresso, não adianta vir, que será barrado!! Contamos com a colaboração de todos!! ;)
  • As porteiras da Cascatinha abrirão pontualmente as 9:00 horas da manhã de sexta-feira, dia 25. Se chegarem antes, terão que esperar! Por favor respeitem a ordem de chegada;
  • Não aceitamos cartões de crédito/débito. Todas as transações financeiras são somente em dinheiro;
  • O funcionamento da cozinha será das 8:00 da manhã até meia noite. Não percam a hora! 
  • Esse ano haverá novamente a venda de lanches ali na lateral do lonão, fora da cozinha. Será vendido pão com moio, também com opções veganas, suco natural e chás. O funcionamento será das 11:00 da manhã até as 2 da madruga
  • Todos devem trazer junto os itens necessários para comer e beber: CANECA, PRATO, GARFO/FACA/COLHER! Não haverá disponível no Festival, então cada um tem que trazer o seu!!!  Ah, a colher é pros caldos que rolam à noite! ;)
  • Haverá próximo aos banheiros um lavador de pratos, talheres e canecas!
  • Todos os dias, as fichas de almoço serão vendidas das 10 da manhã até as 12:00 horas para o almoço do dia, exceto na sexta-feira, que vai até as 13:00 horas. A comida é feita de acordo com a quantidade de fichas vendidas. Haverá almoço colonial e vegano! O almoço é servido até as 14:00 horas. Não perca a hora, porque depois disso, somente lanches;
  • É permitido que tragam comida ao Festival. Inclusive, recomendamos que todos tragam algumas frutas ou outros lanches pra não haver problemas. Mas pedimos que não tragam bebidas alcoólicas, pois o Festival é totalmente independente, e depende também das vendas do bar pra pagar as contas.
  • Não esqueça dos itens de sobrevivência: lonas para cobrir a barraca, assim como lona pra por embaixo da mesma; lanterna; saco de dormir ou cobertas; agasalho pras noites frias; observem a previsão do tempo ao longo da semana pra não serem pegos desprevenidos;
  • Não temos tomadas disponíveis para puxar extensões pros acampamentos pessoal. Melhor colocar o bom e velho liquinho junto na mochila, ou aquela lanterna esperta no bolso;
  • Vem pra Cascatinha, traz uma blusinha!!! Lembre-se que faz frio e é úmido no meio do mato, então tragam roupas quentes pra usar durante e noite e ficarem bem protegidos.
  • Pra todos acamparem bem, vamos economizar espaço dividindo barraca com os amigos, amigas, irmãos e camaradas, e assim garantir maior conforto pra todos. Mais amor, menos barracas! Entre você também nessa campanha;
  • Haverá banca/bazar pra comercialização de CD’s e itens das bandas, além de camisetas, artesanato e outras coisas mais. Se você tem interesse, traga uma graninha extra aproveitar o que houver lá!!
  • Fiquem atentos à previsão do tempo pra Ibarama, pra não passar aperto! Esse site é tiro e queda: http://www.cptec.inpe.br/cidades/tempo/2292
  • O Pira Rural é um festival no meio do mato, e por isso, estamos invadindo o espaço naturalmente ocupado por inúmeros animais. Pra evitar sustos, mantenham as barracas fechadas pra evitar a entrada de aranhas, insetos e afins. Tambem sempre confira o interior de tênis e botinas antes de calça-los, pois podem haver insetos do mesmo jeito. Vamos aproveitar tudo sem sustos! ;-)
  • Tome cuidado na Cascata!! Seja cauteloso;
  • ATENÇÃO: lugar de lixo é nas lixeiras! Ano passado houve muito lixo esparramado ao fim do Festival!! Contamos com a colaboração e consciência de todos pra esse quesito ser melhor nesse ano!
  • Para tudo fluir bem no Festival, recolha seu lixo, amasse suas latas (pra reduzir o volume) e coloque-as nas lixeiras, não desperdice água (banhos e sanitários), e ajude a cuidar das pessoas a sua volta. O Festival também é feito com a ajuda de vocês.

Aproveitem bem, que o Pira Rural é composto por todos! :)
Bom Festival para todos, e nos vemos na Páscoa pessoal!! :)

11 de março de 2016

Programação oficial Pira Rural 2016!!

Saaaalve, saaaalve, amiguinhos!!

Ta saindo a programação completa do Festival Pira Rural 2016! A Páscoa se aproxima, e esse ano estamos cheios de atividades e apresentações na Cascatinha. Confiram aí! ;)


SEXTA

09:00 Abertura das porteiras e início do Pira Rural 2016
14:30 Oficina de Máscaras (Oficina)
15:00 Maurício & Taborda (Intervenção Musical na Cascatinha)
15:00 Trilha Cascata (Oficina)
16:00 Maria Baderna (Intervenção Musical)
16:00 Cosméticos Artesanais Naturais (Oficina)
17:30 Xispa Divina (Show)
19:00 Quarto Ácido (Show)
20:30 Chama Violeta (Show)
22:00 Magabarat (Show)
23:30 La Digna Rabia (Show)
01:00 Muñoz (Show)
02:30 Vãn Züllatt (Show) 



SÁBADO

05:00 Tenda do Suor (Vivência)
10:00 Yoga com Meditação Através de Mantras (Vivência)
10:00 Trilha Cascatinha (Oficina)
11:00 Massagem Xamânica (Oficina)
12:20 Gabriel Romano (Intervenção Musical)
13:20 Naftalanja (Show)
14:50 Iago Mariani & Os Viajantes (Show)
15:00 PiraTur - As riquezas do nosso interior (Vivência)
16:00 Introdução a Cerveja Artesanal (Oficina)
16:20 Geringonça (Show)
17:50 Velho Hippie (Show)
19:20 Kiai (Show)
20:50 Tagore (Show)
22:22 Trabalhos Espaciais Manuais (Show)
23:50 Davi Henn (Show)
01:20 Mar de Marte (Show)
02:50 Los Cucarachos del Blues (Show)



DOMINGO

10:00 Dança do Ventre (Oficina)

10:30 Meditação Fazendo Arte (Oficina)
11:30 Violoncelo & Live Paint com Will Fedrizzi e Hyndira Borba (Intervenção)
13:15 Natan e Naiane (Intervenção Musical)
14:00 Foto Oficial
14:30 Centro da Terra & Máquina Seca (Show)
16:00 Betty & Jean (Show)
17:00 Palco Livre

Recreação infantil e pintura facial para os pequenos pirados

Olá amiguinhos!!
Essa é uma oficina pros bródinhos mais pequenininhos. A nova geração de pirados que levarão adiante esse espirito de festival em meio à natureza...

A Recreação Infantil busca trabalhar e interagir com o público infantil de forma com que eles possam estar deslumbrando seu universo com as diversas brincadeiras que são trabalhadas na oficina. Brincadeiras de corda, papel, jogos de memória, mímica, imaginação, coordenação.

Que visam além de brincar, desenvolver a cognição, coordenação motora, respiração, e que se completa com a pintura facial que desenvolve desenhos e figuras pintadas que estão no imaginário e no mundo das crianças. 

Transmitindo alegria e descontração para diferentes ambientes, zelando sempre o bem estar das crianças.

Atividades práticas: Jogos teatrais e brincadeiras

Reconhecimento do espaço, o Menor homem do Mundo.
Roda de Ritmo e Movimento.
Hipnotismo.
Fila dos Cegos.
Ritmo em uníssono.
Imagem de Grupo Escultura.
Ilustrar uma História.
Muitos objetos em um só objeto.
Contar através da mímica a história feita por outra pessoa.
Passa anel.
Telefone sem fio.
Os palitos.
Os animais.
Pobre gatinho.
Figura de gesso.
Todos com a letra
Sucessão de gestos.
Continue a História.
De que trabalha.
Mensagem pelo Ar.

Ministrantes: 
Recreação infantil: Fernando Brambilla.
Pintura facial: Pamela Andressa Rodriguez.

10 de março de 2016

A música latina instrumental também vai passar pelas Ricas Abóboras

Salve, salve, amiguinhos!
Passando pra divulgar mais uma atração que vai mostrar seu talento no nosso palco...

Gabriel, acompanhado apenas de seu acordeon, apresentará no palco do Pira Rural um repertório totalmente autoral. Gêneros, ritmos e elementos melódico-harmônicos oriundos de diversas práticas musicais são mesclados em composições com um forte senso de unidade, resultando em temas que não comportam uma única definição. 

Em julho de 2013 lançou o seu primeiro CD (com DVD bônus) pelo qual recebeu duas indicações ao Prêmio Açorianos de Música. Em novembro de 2014 lançou nas redes o clipe da música “Urucungo do Malungo”.

Atualmente está finalizando o novo CD (Doce é a passagem) que será lançado no primeiro semestre de 2016. A intenção desse novo trabalho é demonstrar o trabalho que o compositor vem desenvolvendo com o grupo ‘Gabriel Romano e Grupo’ e com outros instrumentistas que gravaram belas participações especiais como Pedrinho Figueiredo na flauta, Pedro Dom no clarinete, Stefanie Freitas no piano, entre outros. 

No palco do Pira Rural, Gabriel Romano fará um grande resumo desses dois discos e apresentará versões inéditas para acordeon solo.

Prêmios e festivais
- janeiro/2013 – Recebe o 1 º lugar, na categoria instrumental, com a música “Correntes Andarilhas” no 17º Acampamento da Arte Gaúcha, de Tapes/RS
- abril/2013 – Classificado entre os dez finalistas do 11º Prêmio Nabor Pires Camargo, de Indaiatuba/SP
- 2014 – O CD “Sobre nós!” recebe duas indicações para o Prêmio Açorianos de Música
- agosto/2014 – Contemplado no edital da 1ª Mostra de Artes do Teatro Glênio Peres com Gabriel Romano e Grupo
- agosto/2015 – Classificado entre os dez finalistas do Samsung E-Festival Instrumental com a música Urucungo do Malungo

Contato
Gabriel Romano
+55 (51) 9647.7140

Dupla peso pesado para abalar as estruturas...

Salve, salve, amiguinhos!!

Ao longo do dia de hoje estaremos divulgando as últimas apresentações e atividades que irão rolar nessa páscoa na Cascatinha. Então fica ligado que hoje vai ter bastante atividade por aqui! :)

Foto: Elisa Coelho Farina
Pra começar os anúncios do dia, vamos logo com uma pedrada na orelha dos viventes!

O Centro da Terra é um power trio já conhecido dos frequentadores da Cascatinha e que dispensa apresentações.
Um sopro que toca o ouvido daqueles que sabem sentir. Gostaria que o vento levasse as ondas sonoras aqui produzidas, com a maior satisfação, para que semeie a terra com a mesma alegria que vos falo, Despertando-te da Inerência de uma vida morta, De mais um dia sem vivência, Da diária competência. 

A banda Máquina Seca é um power duo de Rock 'n' Roll. Com origem na "cozinha" da banda Scarlett, Cliff e Seco trazem no seu repertório grandes sucessos esquecidos e músicas que nunca foram lembradas de bandas como Joelho de Porco, Casa das Máquinas, Made in Brazil, O Peso, entre outros.



Foto: Soul Pictures
Misturando ritmos, efeitos e sonoridades com a banda Centro da Terra, a dupla promete botar fogo na Cascatinha com o melhor dos anos 70 tupiniquim.

Em uma apresentação dupla na Cascatinha, com direito a duas baterias no palco, abóboras irão explodir em êxtase sonoro!



9 de março de 2016

O talento que nasce aqui e a cultura sertaneja de raiz...

Olá amiguinhos!!

Hoje estamos passando pra anunciar uma atração um tanto quanto diferente das costumeiras...

Na verdade, sempre procuramos apresentar oficinas e vivências que com ligação à natureza, e especialmente ao meio de vida rural, no qual estamos tão inseridos. 

Diversas pessoas presentes no Festival em edições anteriores fizeram visita ao tio Ari, vizinho da frente do Pira e que sempre nos empresta parte de sua propriedade pra alocarmos carros, barracas e algumas atividades do Festival. Tio Ari sempre recebe muito bem os visitantes, e com a boa prosa que lhe é característica, conta histórias sobre a vida no meio rural para os que lá passam.

Seguindo essa linha, apresentamos essa vez dois talentos locais, ali de Ibarama mesmo!

Moradores de Morro Alto, interior de Ibarama, os irmãos Natan e Naiane começaram a cantar muito cedo, incentivados pelo avô. Suas primeiras apresentações foram no Programa Domingo no Parque da Rádio Sobradinho AM. O repertório é basicamente voltado a música sertaneja raiz. Hoje Natan tem 14 anos e Naiane está com 9 anos de idade apenas. 

No final de 2015, lançaram um CD em homenagem ao pai da dupla que faleceu no começo de 2015. Eles já se apresentaram em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, em 2016, vão compartilhar seu talento no nosso palco Ricas Abóboras...



As riquezas do nosso interior..

Salve, salve, amiguinhos!

É com grande prazer que anunciamos essa vivência/visitação, que tem tudo a ver com o Pira Rural e nossa proposta!!

PiraTur - um passeio às riquezas do nosso interior

Após 3 anos do primeiro passeio fora dos limites da Cascatinha, esse ano iremos novamente a caminho da propriedade do Senhor Mário Jaci Raminelli e da Senhora Renilde Cembrani Raminelli.

Agricultores de berço, são uma família integrada as atividades coloniais do Município, assim como as inúmeras atividades relacionadas a agricultura da Região. Parceiros e fornecedores do Festival Pira Rural, com alegria, abrem as portas de sua casa para apresentar um pouco do cotidiano da propriedade e da nossa Região.

Agricultores ecologistas, artesãos, produtores orgânicos, representantes de organizações sociais do Município, moram na propriedade a mais de 30 anos, e fazem da agricultura sua fonte de renda e prazer.

A propriedade amplamente biodiversa, tem como carro chefe a fruticultura, produção de sementes crioulas e hortaliças. Entre as variedades alimentícias estão a laranja, oliveira, milhos crioulos, feijões, erva mate, hortaliças, outras frutíferas e ainda espécies alimentícias não convencionais. Conta ainda com produção de ovos, galinhas caipira e suínos. Resultando em aproximadamente 150 espécies vegetais encontradas no estabelecimento.

Estão entre os pioneiros no desenvolvimento rural sustentável da Região, Mário foi um dos fundadores e o primeiro presidente da Associação dos Guardiões de Sementes Crioulas de Ibarama, hoje Vice-presidente, e a Renilde sempre na dianteira da Associação das Artesãs de Ibarama, também exercendo cargos na diretoria. 

Ex-produtores de fumo orgânico, atualmente trabalham com culturas de comercialização direta com a merenda escolar e mercados locais de Sobradinho, Ibarama e região. Ainda agregam renda e beleza com os artesanatos nas feiras de troca de sementes e nas exposições em feiras regionais e estaduais.

A família recebe inúmeros visitantes, que encontram na propriedade uma referência na produção sustentável, um lar de muitas trocas e experiências.

Esperamos que todos tenham uma boa visita e possam realizar trocas, agregar conhecimento e sabedoria. É o que desejam todos do Pira Rural e os agricultores envolvidos.




Duração: aproximadamente 2 horas e 30 minutos.
Número máximo de participantes: 25 pessoas
Material sugerido: câmera fotográfica.
Guia: Diego R. da Silva. Formado em Agronomia, mestrando em Agricultura Familiar pela UFPEL. Atualmente reside na mesma localidade e interage com as atividades da Família Raminelli.


7 de março de 2016

Meditar fazendo arte...

Olá amiguinhos!

Mais uma oficina pra relaxar e botar a criatividade pra funcionar! :)

Meditar fazendo Arte

Uma forma de criação de lindos desenhos usando padrões repetidos, uma forma de meditar fazendo arte, inspiram confiança, criatividade, melhora o foco e atenção.

Atividade prende a atenção de uma maneira similar a meditação. A medida que os riscos são feitos, seus olhos seguem o movimento e a sua atenção muda para um estado que permite pensamentos frescos, novas perspectivas e insights criativos que impelem a ansiedade e o esforço, obtendo ideias, respostas e inspiraçãoe livre de expectativas e preocupações.

Aula 1 de Zentangle

Aula inicia colorindo uma folha com giz de cera e pintando sobre com tinta nanquim.
Enquanto a tinta seca aprenderemos como desenhar padrões tangles básicos que utilizaremos, linhas, folhas, círculos, pontos, detalhes, pirâmides, caracol e formas que se repetem...Após a Enquanto os alunos realizam a atividade explicarei os muitos benefícios desta prática;

Aula 2 de Mandalas em adesivo

Iniciamos realizando atividade de como fazer um mandala, seus princípios, por onde começar e quais as possibilidades; será ministrado passo-a-passo mas de livre criação.. O diferencial é que fazemos em papel adesivo e o aluno levará para casa como uma lembrança do festival.

Duração:1 hora e 30 minutos
Número máximo de participantes: 15 pessoas
Facilitador: Pam Brambilla e Fernando Brambilla

Colocando a mão na massa...

Olá amiguinhos!
Mas uma oficina pra trabalhar a criatividade dos bródinhos e bródinhas... :)

Oficina de Máscara

Serão apresentados diferentes materiais que podem ser utilizados para a confecção de máscaras (Isopor, Gesso, Palha, dentre outros). 

O grupo irá manusear alguns desses materiais apresentados com outros objetos recicláveis, para confeccionar uma máscara de criação coletiva, que ficará de adorno para o Festival Pira Rural.

Duração: 3 horas aproximadamente
Número de Participantes: 20
Ministrante: Adriana Hote Pfeiffer – Curitiba/PR. Há 14 anos realizando trabalhos como bonequeira, atriz, atriz bonequeira, diretora, malabarista, artesã, produtora cultural e professora de teatro. Formanda do Curso Tecnologia em Produção Cênica – UFPR. Professora de teatro responsável pelas turmas infantis do Colégio Marista Santa Maria. Em 2011 fundou a empresa TOTI PRODUÇÕES ARTÍSTICAS para difundir a arte bonequeira, diversão e cultura em geral para todos os segmentos da sociedade. Trabalhou durante 12 anos na equipe de produção do Carnaval de Bonecos de São José dos Pinhais. Ministrou oficinas de confecção de bonecos no 25° Festival de Inverno da UFPR em Antonina/PR.

4 de março de 2016

A medicina da Mãe Terra...

Aho... aos participantes deste sagrado movimento nossa imensa gratidão... Mitakuye Oyasin...

Medicina da Tenda do Suor

É uma tradição milenar usada por nossos antepassados com o objetivo de curar, limpar e purificar corpo, mente e espírito. A cerimônia é dos primeiros e mais antigos ensinamentos que existem. Vem da origem. E a origem é no ventre de nossa Mãe Terra, numa das primeiras cerimônias que temos na hora de vir a tomar forma, a tomar força, de nos encontrarmos como os quatro elementos e direções, com o Criador, o Grande Espírito. Representa o ventre da nossa Mãe Terra, de onde se é concebido, onde se é alimentado como semente para chegar a termos a unidade com todos os poderes do Universo. É das primeiras cerimônias entregues ao ser humano e está baseada na benção e purificação, através do líquido sagrado que é a água, através do calor da vida, do vento e do fogo. É uma cerimônia conhecida como a "Cabana das Pedras Anciãs". Usam-se pedras que se solidificaram, após receberem o calor nas entranhas da Mãe Terra e virem à superfície. 

É uma cerimônia do Fogo Sagrado, onde se relembra primeiro o calor guardado por estas pedras que já foram lava um dia. Estas pedras são aquecidas e levadas pelo "Homem Fogo" ou "Mulher Fogo" a uma cabana que representa o umbigo da Mãe Terra. Ali são depositadas e é onde as pessoas se reúnem para as receber. Plantas aromáticas são utilizadas para agradecer e bendizer a vida. Estas plantas são depositadas sobre as pedras, onde liberam a sua essência ao serem aquecidas pelo calor, pelo fogo armazenado nestas pedras. 

Depois de terem a oportunidade de respirar este aroma, as portas são fechadas e todos juntos compartilham um mistério, uma escuridão, o interior, um momento de profundidade e de união com o Universo. Neste momento a água é depositada sobre as pedras. Aí começamos a nos dar conta de como o Poder se move, porque esta água que cai sobre as pedras, imediatamente nos é retornada de uma forma muito mais leve, em forma de vapor. Nesta ocasião se manifestam e equilibram a medicina, o conhecimento, a sabedoria que podem ser aspiradas. A isto chamamos de "memória do primeiro alento", a memória do momento de quando fomos concebidos. É uma das cerimônias mais antigas, onde recebemos o conselho de nossos antepassados, de como foi que obtemos a vida que temos agora. Oramos, Cantamos e Dançamos em honra e amor...!

Neste dia 26 de Março de 2016, iniciando às 5 horas da manhã nossa jornada cheia de prosperidade e cura. Aqui deixaremos alguns itens necessários para o bem estar pessoal e coletivo durante nossa cerimônia:
  • Lanterna;
  • Calçado fechado;
  • 1 peça de roupa limpa + roupa de banho + casaco leve para o sereno do final da noite (preferencialmente roupas simples que se possa sujar); roupas que possibilitem movimento e respiração do corpo. Algodão, linho, etc. Evitando roupas pesadas como jeans ou tecidos sintéticos; 
  • Toalha de banho;
  • Instrumentos de Poder ( Tambor, Maracá, Flauta, Chanupa, etc...);
  • Objetos de Poder (Amuletos pessoais, colares, pedras, etc...) pequenos objetos para serem consagrados durante a cerimônia;
  • Caneca/Copo;
  • Objeto pessoal para troca solidária durante a cerimônia;
  • Tecido tipo canga, para colorir o todo.

Prezamos muito pelo holístico deste movimento, será fornecido nosso REPELENTE NATURAL, portanto, não é necessário trazer de casa. 

Também pedimos para que os participantes estejam atentos a alguns detalhes. É de fundamental importância que não se mantenha relações sexuais nas 24h que antecedem a vivência, pois esta guarnição pessoal concentra maior potencial de cura durante o trabalho; evitar carne/alimentos pesados, bebidas alcoólicas, fumo e qualquer substância que altere a consciência. Para as mulheres que estiverem em ciclo de LUA será confeccionado um amuleto pessoal de auxílio e proteção, pois neste estado especial a mulher manifesta altíssima energia e poder pessoal, sendo necessário este acalento. Gracias. Para quem sentir o chamado de estender este período de 24h para 72h de autocuidado, ficamos imensamente mais agradecidos por sua/nossa sensibilidade, pois como fruto de merecimento vem nossa colheita diante desta medicina... aho!

Estaremos de prontidão durante o dia 25 quando abrem-se as portas do sagrado festival para comungar de momentos juntos e potencializar nossas trocas de coração... Parinam!

Até logo, de coração para coração... ... o caminho é longo, e total é a entrega à purificação.Todos os povos ancestrais tiveram consciência de seu propósito enquanto irmãos, mesmo com crenças, ritos e práticas distintas, as medicinas sempre tiveram grande importância no contexto de vida, na continuidade. Porém a muito tempo atrás, durante o quarto mundo da separação que remonta a 60 mil anos os povos se esqueceram de seu parentesco sagrado, não só com os duas pernas (humanos), com o povo em pé (árvores), os rastejantes, o povo que voa, mas com todos os povos que compõem nossa TERRA MÃE.

Na oração, encaminhamos nossa atenção para os elementos: TERRA, FOGO, AR e ÁGUA. No calor das AVÓS PEDRAS, no vapor que penetra exaltamos ao GRANDE ESPÍRITO a reverência de purificar a ferrugem de nosso viver, para prosseguir em paz e amor.

"Quando nos humilhamos e passamos rastejando pela abertura da Tenda de Purificação, devemos examinar os nossos próprios egos, ainda na entrada. O termo "sacrifício" significava originalmente, "tornar sagrado". Assim, abordar cada ato da vida de maneira sagrada tornou-se o modo de vida típico dos Nativos. A forma circular da Tenda de Purificação nos recorda de que não devemos culpar os outros quando vacila ou falham, mas devemos partilhar gentilmente o amor e o carinho para que o Círculo o Elo Sagrado possa permanecer intacto." - Jamie Sams

Duração: cerca de 4 horas (todos a cerimônia, desde o acendimento da fogueira).
Número máximo de participantes: 29 pessoas.
Facilitador: Parinam = Transformação(Sânscrito). Iniciado como HOMEM FOGO e TEMASCALEIRO pelas mestras Leela e Devaduda (Leela House e Sítio Holístico Tanuirã Deva), celebrando e facilitando várias cerimônias ao lado do também mestre e irmão Tandava ofereço meu coração e meu serviço como terapeuta xamânico. Também atuo como Terapeuta Holístico, Agricultor, Artista Plástico, Permacultor, Educador Social. 

Mais informações: 11parinam11@gmail.com | (54) 9603-0307.

3 de março de 2016

O alento necessário ao corpo...

Olá amiguinhos!
Mais uma oficina/vivência pra dar aquele alento ao corpo...

Massagem Xamânica

Dentro do universo nativo há um farto campo de possibilidades de cura e auto-cura.

A sabedoria xamânica professa a nobre arte de cuidar do corpo, alinhando coração, mente e espírito, e permanece viva entre nós graças à preservação das tradições e medicinas das tribos indígenas de todo o mundo.

A Massagem Nativa se vale de vários elementos que lhe são inerentes e que soberanamente compõem uma verdadeira “farmácia natural”,

Ela ativa a consciência corporal, o equilíbrio emocional e a harmonia interior, além de alinhar os chakras. É indicada também e, principalmente para problemas físicos e emocionais.

É uma arte de alinhamento de nosso corpo com o sentir, o pensar e o seu expressar-se. Namastê!

Duração: 1 hora
Participantes: 25 pessoas
Facilitadora: Camila Stella


2 de março de 2016

Mais intervenção para os amiguinhos: Projeto Syna!

Olá amigunhos!

Mais uma intervenção para curtir no feriadão de páscoa na Cascatinha... 

O Projeto Syna é a união da produção pessoal da artista plástica Hyndira Borba e o violoncelista William Fedrizzi, que integra as linguagens da pintura e da música. 

Os artistas convidam pessoas a acompanhar seus processos criativos, buscando a inspiração espontânea do ambiente e a improvisação na construção de obras criadas simultaneamente.



Aqui se faz, aqui se bebe!!

Salve, salve, amiguinhos!
Mais uma oficina especial de primeira pro povo da cascata aproveitar nessa páscoa!

Introdução a Cerveja Artesanal

A oficina tem como objetivo de introduzir e exemplificar os primeiros passos para fabricar a sua própria cerveja artesanal, a ideia é teorizar todo processo e mostrar na prática algumas etapas, entre elas a montagem dos equipamentos e a brassagem/mostura, onde poderemos vivenciar os testes com o Amido (Teste do Iodo) e medições de Açúcar (Densímetro e Refratômetro), bem como conferir a coloração desejada.

A fim de tornar a apresentação mais clara possível, achamos por bem dividir a oficina em quatro etapas...

História
Na primeira etapa o professor de História Felipe Vasconcellos irá conversar sobre a História e a evolução da fabricação da cerveja e seus ingredientes, desde o antigos sumérios, egípcios, mesopotâmios e ibéricos até a idade Média, onde vários mosteiros fabricavam cerveja, empregando diversas ervas para aromatizá-la, como mérica, rosmarinho, louro, sálvia, gengibre e o lúpulo, este utilizado até hoje.

Equipamentos (Montagem)
Na segunda etapa iremos ensinar a montar os equipamentos necessários para fazer pequenas levas de cerveja em casa, a ideia é levar partes de uma "mini-panela" para o festival para montarmos no local e falarmos sobre as peças necessárias.



Ingredientes e Brassagem/Mostura
Na terceira etapa a ideia é mostrar uma pequena variedade de maltes e lúpulos. Iremos reproduzir a bandeja de maltes abaixo para que todos possam assimilar as diferenças, a ideia é fazer o mesmo com algumas variedades de lúpulo.

Faremos uma "mini-brassagem", como é uma introdução não pretendemos fazer todo processo que pode demorar mais de 10 horas, apenas o que consideramos mais importante que seria conferir a cor desejada da cerveja, realizar o teste do iodo/amido e talvez lupular/ferver.

Iremos fazer apenas a primeira etapa da brassagem também conhecida como mostura, onde convertemos o amido presente nos grãos de malte em açúcar. A ideia é mostrar a parte mais importante do processo, que é o controle da temperatura durante o cozimento dos grãos, também mostrar na prática o teste de iodo que reage na presença do amido e pelo menos a filtragem que também é conhecida como recirculação, para ver se a coloração da cerveja foi alcançada.


Também iremos realizar algumas medições durante todo o processo, tanto com o densímetro quanto com o refratômetro. A idéia é mostrar a etapa no qual consideramos mais importante na fabricação de cerveja artesanal, frisando os principais erros, vivenciando os testes. Por fim falaremos dos cálculos para estimar o teor alcoólico!

Degustação
Na quarta etapa, a ideia é fazer a degustação da cerveja que iremos levar, falando sobre as fases que não serão presenciadas durante a oficina, como limpeza e sanitização, fermentação, maturação e engarrafamento. 

Duração: 1h30 a 2 horas
Número de participantes: 20 pessoas
Oficineiros: Henrique Wilhelm e Felipe Vasconcellos


1 de março de 2016

A baderna da Maria no gramado do Pira

Saaalve amiguinhos!!

A sétima edição do Pira Rural está bem recheada de atrações... e intervenção musical, tem também!! 
Um eclético projeto musical. Ousado, porém modesto, chamado Maria Baderna. A união de três músicos dispostos a fazer de forma livre e ilimitada uma boa música.

Foto: Divulgação

Da mulher que subverteu os padrões da época imperial brasileira.

“Uma artista dos negros, dos mulatos e dos pobres. Seu público e inspiração eram trabalhadores, homens e mulheres do povo que bebiam, riam e falavam alto”.

Influenciados pela prática revolucionária de Maria Baderna, o trio formado por Sami de Vera (violão e voz), Cesar de Marlene (guita, baixo e voz) e Nano de Tere (batera e voz), canta, diverte e celebra com canções libertárias, latino-americanas, autorais, além de releituras de ícones da música brasileira e do mundo.


Ritmos minimalistas e melodias espaciais pra sair do lugar!!

Salve, salve, amiguinhos!
Qual é o resultado do cruzamento entre sintetizadores espaciais com a viola caipira numa banda instrumental?

O Naftalanja traz a tona seu Lounge Progressivo com toques de regionalismo regados à psicodelia.

A proposta é simples; uma jornada por seus ritmos minimalistas e melodias espaciais para que o expectador não se dê conta de que permanece no mesmo lugar. Para isso, a banda não só faz uso de escalas musicais de diferentes culturas, como também carrega de diversos efeitos os seus instrumentos.

Foto: Divulgação

O projeto teve início em 2013 em Curitiba, o grupo é formado por Fábio Laskavski (guitarra e viola caipira), Higor Wendrychowski (guitarra), Márcio Inglat (teclados e sintetizadores), Fábio Pereira (contrabaixo) e Luis Felipe (bateria). Atualmente a banda prepara o lançamento de seu primeiro álbum: Bangladesh Bike, que deve sair ainda este ano.

Contato:
(41) 3248-0718
(41) 9635-4617
naftalanjamusic@gmail.com