17 de abril de 2019

Pira Rural 2019 | Avisos Importantes!!

Informações gerais sobre o funcionamento do Festival.
Leiam tudo com atenção!


Chegada
- as porteiras do Festival se abrem as 9h00m da manhã de sexta, dia 19.
- a entrada é na ordem de chegada.
- havendo fila, respeite-a.

Importante
- Todos devem trazer caneca, prato, garfo, faca e colher!
- os itens acima não são disponibilizados pelo Festival.
- não aceitamos cartões de crédito/débito. Somente dinheiro vivo. Não rateia!

Cozinha
- funcionará das 8:00 da manhã até meia noite.
- no almoço é servido prato feito, mas é necessário comprar ficha no dia, diretamente na cozinha, até o meio-dia (exceto sexta, que poderá ser comprada ficha até às 13 horas);
- o almoço é servido até às 14 horas;
- haverá frutas, cucas, sanduíches, pastéis e outros lanches pra quem quiser comer no café ou ao longo do dia;
- de noite há caldo de batata e caldo de feijão (um tipo cada dia), além dos lanches.
- de noite não há janta para venda (como o prato feito do almoço).

Lanches
- Arca do Grego funcionando das 10 da manhã às 19 horas, com o tradicional pão com moio.
- Fechô o Pastel funcionando das 18 horas até às 02 da manhã, vendendo pasteis diversos.

Mais amor, menos barraca
- entrem nessa campanha;
- a economia de espaço é importante para todos instalarem seus acampamentos no Festival;

Tenham cuidado
- com aranhas e outros insetos;
- mantenham barracas fechadas;
- sempre confiram o interior dos calçados antes de calçá-los;
- sejam cautelosos na água/cascata;
- cuidem das pessoas ao seu redor;

Lixo
- lugar de lixo é no lixo;
- cada um é responsável pelo seu lixo;
- haverá diversas lixeiras para diversos tipos de lixo (lixo seco, bitucas, orgânico, resto de acampamento);
- observe a indicação, e destine o lixo ao seu local adequado;

Não esqueçam
- evitem banhos demorados! Isso economiza água e agiliza o andamento da fila do banho!
- haverá banquinha com comercialização artesanatos, produtos de bandas e similares, confiram;


Contamos com a colaboração de vocês!
Boa páscoa a todos nós!
Festival Pira Rural
Coletivo Clube Mundo

Hotel do Comércio | Sobradinho


16 de abril de 2019

Pariparoba

A Pariparoba representa o time da casa do Pira Rural, e vem escalada com cervejeiro Surfa na guitarra, vocal e composições, cozinheiro Samambaia na bateria e nos molhos, budegueiro Fhio no contrabaixo e gringa gelada, e caseiro Tuito nos teclados e no chimarrão.
Jamais visto coisa igual.


Foto: Romar Rigon.

Oficinas | Yoga

"Yoga é como música: o ritmo do corpo, a melodia da mente e a harmonia da alma criam a sinfonia da vida. Só quando a liberdade se une à disciplina há a verdadeira liberdade." B.K.S. Iyengar
Facilitador: Massimiliano.
Tempo de duração: aproximadamente 1 hora.



Oficinas | Troca de Saberes e Técnicas em Agrofloresta

A Agrofloresta é um método agrícola que procura imitar a sucessão natural de espécies que ocorre nas florestas. É um sistema ancestral de uso da terra que vem sendo praticado por milhares de anos. Combina culturas alimentares com culturas florestais que enriquece todo o ecossistema. O objetivo da oficina é oferecer um espaço para trocas de saberes e experiências.

Abordaremos temas como:
  • Princípios e aplicações dos Sistemas Agroflorestais.
  • A Sucessão e a Estratificação na evolução do sistema.
  • As ferramentas e técnicas da Agrofloresta.

Começaremos com uma roda de conversa sobre os princípios de uma agrofloresta e finalizaremos com uma prática com os conceitos básicos e algumas das técnicas aplicadas.

"O homem não é inteligente, ele faz parte de um sistema inteligente. Se trabalharmos com o potencial dos sistemas, a presença humana deixa  de ser inoportuna." Ernest Göestch

SEMENTES E MUDAS DE ABACATE, JUÇARA E DE ÁRVORES NATIVAS SERÃO SUPER BEM VINDAS!!

Facilitadores:
Amadeu Krebs, entusiasta e aprendiz da agrofloresta. Acredita em uma agricultura florestal / regenerativa, crê muito no potencial das Plantas Alimentícias ainda não Convencionais e do Açaí Juçara nos sistemas de clareiras da mata.
Arthur Venturella: estudante de Engenharia de Minas na UFRGS. Vem se dedicando a trabalhos de recuperação de áreas degradas através de Sistemas Agroflorestais Sucessionais. Crê em uma agricultura biodiversa, trazendo benefícios econômicos, sociais e ecológicos.

Tempo de duração: Aproximadamente 2 horas por dia.
Número de participantes: até 20 pessoas.

Mais amor, menos barracas

Quem conhece a Cascatinha sabe que o espaço físico é limitado.
Entre nessa campanha, chama o mozão e as amizades pra dividir barraca e economize espaço.


ATENÇÃO | Canecas, copos e talheres

ATENÇÃO: todos devem trazer seu copo/caneca, prato, garfo, faca e colher para degustar as bebidas e comidas do Festival! 
Fiquem ligados e avisem os amiguinhos!


15 de abril de 2019

Pira Rural 2019 | Alimentação e Bebidas

Salve, salve, amiguinhos!

Acessa o link aqui embaixo ou no menu ali em cima e confere os itens de alimentação e bebidas disponíveis no festival. 

 

Foto: Leíne Bertotti.

Festival Pira Rural
Coletivo Clube Mundo

IMPORTANTE: O cuidado com o lixo!

Salve, salve, meu queridos!

O Pira Rural chega a sua décima edição, e como sempre, passamos pra falar das coisas importantes sobre a vinda e permanência no Festival. 
Leiam com atenção!!

O lixo
Nos últimos anos, temos feito campanha pela conscientização do povo que habita a Cascatinha ao longo do fim de semana de Páscoa. E esse ano esperamos que seja ainda melhor! Contamos com a colaboração de todos pra que tudo ocorra da melhor forma possível nesse quesito!

Cada um é responsável pelo lixo que produz, e é importante que se de o fim adequado a cada tipo de lixo!

Durante o Festival teremos diversas lixeiras de diversos tipos esparramados por toda a área da Cascatinha!

Lixo seco
Foto: Gabriela Kliemann Dias
Haverão lixeiras para lixo seco em toda área de camping, assim como em diversos pontos próximos ao palco, bar e cozinha. Então cuidem para sempre utilizar as lixeiras! Todas embalagens plásticas, latas e outras coisas que são lixo seco, e que também constituem o maior volume de lixo do Festival, devem ir nessas lixeiras.

Se for lata, aproveite e amasse antes de jogá-la no lixo. Isso irá economizar espaço e otimizar o uso das lixeiras!

Lixo orgânico
Assim como ano passado, haverá uma lixeira exclusiva para lixo orgânico ao lado do lava pratos, localizado atrás da cozinha. Ao lado haverá um saco com serragem para cobrir o lixo orgânico!

Foto: Gabriela Kliemann Dias

As instruções estão escritas na plaquinha que fica junto a essa lixeira, mas já vamos aproveitar para repeti-las:

- jogue o lixo orgânico na lixeira;
- cubra completamente de serragem;

Assim não haverá mau cheiro, e a lixeira vira uma composteira com esse material orgânico depositado dentro juntamente com a serragem.

Bitucas de cigarro
As bitucas de cigarro também tem um lugar específico para serem depositadas. Haverão diversas latas com areia, chamadas por nós de "atola bituca", que são exclusivas para depositar bitucas de cigarro. Haverão diversos "atola bituca" espalhados também na área do Festival.

Mas atenção: são para depósito exclusivo de bitucas de cigarro!! Não são para latas, nem pra restos de comida pessoal!!!

Restos de acampamento
Os restos de acampamento deverão ser deixados na recepção, próximo da entrada/saída do Festival. Ao final do Festival, quando estiverem indo embora, recolha todos os itens descritos abaixo, que vão para o lixo, e poste neste local. Recolha, dobre pra economizar espaço, e deposite lá.
Mas atenção, local exclusivo para:
- pedaços de barracas;
- locas rasgadas/furadas/sujas;
- colchões infláveis furados;

Não deixe nada para trás na área de camping! É obrigação de quem participa recolher tudo o que trouxe junto. As demais lixeiras de lixo seco são para itens pequenos, sendo essa lixeira - próximo ao local de entrada/saída da Cascatinha - de uso exclusivo para esses restos de acampamento.

Cuidado com garrafas de vidro
Como aconteceu nos últimos 2 anos, haverá comercialização no Festival da cerveja Gringa, em garrafas de 600ml, Essas garrafas são de vidro, e elas podem se quebrar caso caiam no chão. Tomem cuidado no manuseio dessas garrafas ou qualquer outra garrafa/objeto de vidro, pois muitas pessoas circulam de pé no chão pelo Festival.

Em caso de dúvidas, falem conosco que passamos orientações.
O que não vale é deixar lixo atirado na Cascatinha na hora de ir embora folks! Contamos com a colaboração de todos pra mantermos o local limpo e organizado após nossa passagem no feriadão de páscoa, para que assim possamos continuar usufruindo desse belo lugar!

Abraço a todos e até a Pàscoa! :-)
Festival Pira Rural
Coletivo Clube Mundo

11 de abril de 2019

Márcio Fulber & Bando

Foto: Mauricio Fulber.
Dixieland é o nome do primeiro subgênero de Jazz, surgido em New Orleans no início dos anos 20, e é essa a sonoridade que Márcio Fulber & Bando vão utilizar para contar “A Saga do Artista de Rua”. Trabalho autoral inédito que conta a história de um músico que decidiu largar sua vida cotidiana para pegar a estrada em busca de novas vivências e aprendizados.

Sendo o Chapéu o personagem principal dessa história, ele representa a troca, a conexão e a liberdade que a arte traz onde quer que esteja, além de permitir a reflexão acerca da valorização que damos à arte, e sua presença nos espaços públicos.

Nessa páscoa, irão compor a trilha sonora do Festival junto à Cascatinha! :)



10 de abril de 2019

Oficinas | Bioconstrução

A bioconstrução é um amplo universo que se adapta e transforma de acordo com o local, a cultura, os materiais disponíveis, às pessoas e ao propósito ao qual cada construção servirá de abrigo.  Esta oficina é para proporcionar uma visão macro dessas múltiplas possibilidades, proporcionando conhecer algumas das diferentes técnicas que podem ser utilizadas de acordo com cada contexto.

Começamos pela conexão com a terra e, utilizando todos nossos sentidos, vamos ir explorando este elemento. Abrindo nossa percepção, iremos num passeio de asa delta pelo mundo da construção natural, em um formato de minilaboratório, onde faremos experimentos em cada técnica, vendo quais suas particularidades, vantagens e desafios.

Atividades
Laboratório
  • Conexão com a terra
  • Identificação e composição do solo: agregante, agregado e estabilizante
  • Testes com o barro
  • estabilização: física e química
Mini Construção
  • Superadobe
  • Solocimento
  • Adobe
  • Pau a Pique
  • Taipa de pilão

Facilitadores: Marina e Douglas (Coletivo Vir a Ser).
Viventes: 20 pessoas.

Oficinas | Liberação de Poeira

A Liberação de Poeira atua em festivais colorindo e contagiando adultos e crianças do evento, a oficina também terá estrutura com luz negra, tintas neon e decorações psicodélicas e vibrantes no local da oficina.
 
Facilitadoras: Fernanda Fare e Tiana Godinho de Azevedo.
Tempo de duração: das 16h às 22h (na sexta e no sábado).
Não há limite de participantes :)


Oficinas | Integral Bambu

Integral Bambu é uma atividade praticada em pirâmides feitas de bambu que permitem a experimentação do corpo de muitas formas, por isso o nome Integral. 

O praticante se pendura, se estica, se equilibra, se fortalece, se diverte, desenvolve e toma mais consciência do corpo, dos seus limites e usa sua criatividade para criar novas formas de praticar. É uma ótima maneira para sairmos da zona de conforto e nos exige estar realmente atentos e presentes.

Facilitadora: Joana Kirst Adami.
Duração: 2 horas.
Participantes: até 9 pessoas.

 

9 de abril de 2019

Oficinas | Dança tradicional da cultura Yorùbá

A oficina é uma soma de contação de história e movimentos dos nossos ancestrais com cantos e toques ao vivo. Demonstrando  nossas historias através de movimentos corporais.

Na cultura Yorùbá a dança é um meios de comunicação, os nosso corpos se movimentam contando uma história, avisos, guerras, paz, natureza em geral, etc. 

O mesmo se aplica diariamente, culturalmente e  religiosamente na vida do povo Yorùbá, por isso somos os mais festivos no mundo que também influenciam o povo brasileiro  principalmente na cultura Afro-brasileira. 

Ìdòwú Akínrúlí
Produtor cultural nigeriano, possui bagagem artística respeitada em seu país de origem num somatório de atuações enquanto percussionista, baterista, dançarino e professor dessas áreas e com um currículo que soma trabalhos junto a inúmeros artistas africanos importantes.  Desde sua chegada no Brasil, se dedica na realização de ações culturais como promover iniciativas que fomentam as artes e cultura de matriz Yorùbá, sua matriz étnica.

Facilitar: Ìdòwú Akínrúlí.



Oficinas | Bambolê

A dança com bambolês trabalha com todo o corpo através da sua movimentação espiralada. Traz muitos benefícios para a saúde, fortalecendo o abdômen, desenvolvendo a coordenação motora e flexibilidade, aumentando a resistência física de quem a pratica.
Além de todos estes benefícios que esse divertido exercício físico proporciona, a dança com bambolês traz uma grande sensação de bem estar ao mesmo tempo em que trabalha o auto conhecimento, isso sem contar o grande potencial criativo e artístico deste círculo mágico!

Durante a oficina serão apresentadas algumas movimentações básicas com o bambolê de forma lúdica e divertida, além de truques e movimentações mais elaboradas, de acordo com o perfil de cada participante. A Umbigo de Bruxa convida todos os corpos brincantes do Pira Rural a adentrar esse portal de movimento que em um giro é capaz de fazer a gente se sentir criança outra vez!!  

Facilitadora: Camila Matzenauer.
Tempo: 1 hora de duração.
Participantes: até 15 pessoas.

8 de abril de 2019

Oficinas | Confecção de incenso natural e introdução ao Kumbaya

A oficina tratará dos assuntos de maneira teórica - prática - degustativa, abordando a origem e simbologia desses artefatos ritualísticos, bem como sua cura prática, do exterior e interior do ser, com aprofundamento sobre os benefícios no corpo, alma e espírito do participante, facilitando assim, para que o mesmo possa disseminar essa semente de conhecimento. 

Incenso Natural
Os incensos naturais são usados desde nossos ancestrais, e exerce um papel de purificação, limpeza, transmutação, enfim, o poder oculto da planta utilizada. Na oficina, será debatido todos os processos até chegarmos ao resultado esperado, sendo esses:
 
* Manejo e conscientização na poda de ervas;
* Cuidados ambientais no uso do incenso;
* Propriedades benéficas e maléficas de cada planta;
* Uso ritualístico e designação em outras Egrégoras; 

Kumbaya  
O Kumbaya tem sua origem africana. Apesar da falta de informações históricas sobre o mix de ervas, sabemos que ele era e é usado como remédio de cura, com cada planta agindo conforme sua missão oculta. 
Na oficina, trataremos o Kumbaya na sua essência, com respeito e admiração à todas as ervas sagradas que ele o compõe, passeando entre seus benefícios energéticos, as combinações possíveis, a redução de danos da nicotina através do Kumbaya e sua conexão astral com os deuses. 

Facilitadora: Cíntia Juliana Bif
Número de participantes: até 15 pessoas.
Tempo: 1 hora.
P.S.: trazer canga/almofada algo para se sentar confortavelmente. 

Oficinas | Acordeon Universal

Para os apreciadores do acordeon e da música sem fronteiras. 

O acordeonista Gabriel Romano irá demonstrar através de audições a versatilidade do instrumento e como utiliza-lo como ferramenta de composição livre. 

Alguns dos assuntos abordados: 
- Origem do acordeon
- Sua chegada ao Rio Grande do Sul 
- Mecânica e prática do instrumento
- Acordeon tradicional gaúcho
- Música sul-americana (chamamé, milonga, candombe, etc.)
- Do sul para o mundo: choro, jazz, música cigana e música erudita.
- Harmonia expandida e improviso
- Música universal
- Composição livre

A oficina serve como um exercício da percepção musical e instiga a reflexão sobre o “eu ouço” e nos leva ao encontro do “eu sou musical” que está conectado com todos os seres e sons do universo.  

É livre para todas as idades e não é necessário ter conhecimento musical. Quem tiver um acordeon está convidado a trazê-lo. 

Facilitador: Gabriel Romano.
Duração: 1 hora.
Número máximo de participantes: 15 pessoas.

Oficinas | Carijada: a vivência de produção de erva-mate

A Carijada é uma maneira de secar erva mate criada pelos Índios Guaranis, com brasas e fogo baixo, utilizando uma estrutura para alojar os ramos de erva mate a uma altura adequada do calor. 

Foto: Matheus Lamaison.
Durante todo o ritual da Carijada o público do Festival poderá participar desde a montagem do Carijo, até cevar o primeiro mate. As tarefas incluem o sapeco, que é o primeiro contato da erva-mate com o fogo de forma direta, antes de ser alojada no Carijo. 

Outro momento importante da vivência é a ronda do Carijo, o momento de cuidado e curtição da carijada. Após cerca de 10 a 12 horas de secagem, quando a erva estiver pronta, iniciaremos o processo de cancheamento, que é uma primeira triturada, depois a erva poderá ir para o pilão, para que os participantes e público geral possam socar sua própria erva e cevar um chimarrão saboroso de erva mate artesanal, orgânica e defumada.

Mestre Carijeiro: Mario Raminelli. Agricultor de Ibarama/RS.
Duração de toda vivência: aproximadamente 20 horas. Para os interessados em participar da vivência, será opcional a presença em todos os processos.
Fonte: Cartilha Carijo e Luis Pires.
- Mais informações sobre o resgate histórico do Carijo: Carijo - filme/documentário
- Documentário produzido e realizado pelo Coletivo Catarse: http://carijoofilme.blogspot.com.br
 

1 de abril de 2019

Tum Toin Foin

Em 2018, para comemorar 30 anos de carreira, o compositor gaúcho Arthur de Faria reuniu alguns dos melhores músicos com quem havia trabalhado em suas diversas bandas (Arthur de Faria & Seu Conjunto, cinco discos lançados entre 1995 e 2015, e a Orkestra do Kaos – dois discos entre 2016 e 2018) para montar a banda Tum Toin Foin. A eles somou novos instrumentistas da cena porto-alegrense, desenhando um painel que abarcasse gente do rock, da música erudita, do choro/samba, da música regional gaúcha e do jazz (evidentemente, muitos militam em várias áreas). Um grupo de câmara, com rigor erudito em execução e escritura, certa pegada roqueira e algo do improviso do jazz. Para isso, a formação resume o quarteto de cordas em um violino e um ou dois acordeons (fazendo as vozes de segundo violino, viola e cello – lembrando que violino e acordeom também são a base da sonoridade de muito da música do leste europeu em geral, e do klezmer em particular). A eles se soma um naipe de sopros graves (com trombone e dois fagotes, instrumento fundamental nas bandas de Arthur) e uma cozinha que mistura variados suingues, peso e complexidade rítmica.

Foto: Martina Mombelli.
Comecemos pelos mais jovens: Erick Endres, o guitarrista, tem 21 anos, dois discos lançados, vem do rock mas se estende por muitas áreas. Miriã Farias, violino, 27 anos, é professora de violino de formação erudita mas também toca blues. Ange Bazzani, 30, colombiana, é primeiro-fagote da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. E substituiu no posto justamente Adolfo de Almeida Jr, nosso outro fagotista, que aposentou-se ano passado da sinfônica, toca música erudita mas dá aula de improvisação livre. Julio Rizzo, trombone, também da OSPA, toca blues e rock com bandas como a Dingo Bells e a Pata de Elefante, além de integrar o Quartcheto, de música instrumental regional progressiva, com muitos discos lançados. Instrumental regional progressivo que também é a área do Gabriel Romano Grupo, do nosso acordeonista, também grande compositor e improvisador. Por fim, a cozinha se completa com o acordeom e o piano de Arthur, o baixo de Bruno Vargas – que tem muitos discos lançados com seu grupo de rock instrumental experimental Quarto Sensorial – a bateria de Guenther Andreas – chefe do naipe de percussão da mesma OSPA e com discos lançados em seu nome e com a banda instrumental progressiva Tratak – e a percussão de Giovanni Berti, instrumentista dos mais requisitados do estado, com algumas centenas de participações em discos desde seus 12 anos de idade (quando integrava o regional de samba e choro Vibrações, que acompanhava o veterano sambista gaúcho Túlio Piva)

Para o repertório, Arthur usou três filtros, tanto para composições inéditas quanto para arranjos de temas originalmente escritos para alguns dos 30 filmes e 21 espetáculos de teatro ou dança que musicou.

1) Só temas/peças instrumentais; 
2) Que estivessem o mais possível situadas nas fronteiras erudito/popular e regional/universal; 
3) Que, mesmo sem texto, contassem histórias, propusessem imagens, levassem o ouvinte junto, sem nenhuma espécie de virtuosismo barato – nem do compositor/arranjador, nem dos instrumentistas.

Quando do início da execução do projeto, a banda já terá pronto seu primeiro material em áudio e vídeo, que deve ser gravado em abril de 2019. Os shows já o terão disponível, por isso não é nosso foco neste projeto. Mas, de qualquer forma, é fácil imaginar o quão mais complexo – e caro - é uma turnê com um grupo dessa envergadura do que seu registro em áudio e vídeo. Por isso o patrocínio é tão fundamental para que nossa música circule – e, esperamos, encante.

Facebook | https://www.facebook.com/TumToinFoin
Youtube | https://www.youtube.com/playlist?list=PL7MlZLWlI6312WfYFXakimXdyDiBtVFJu
Soundcloud | https://soundcloud.com/tumtoinfoin

28 de março de 2019

⚠️⚠️ ATENÇÃO ⚠️⚠️

ATENÇÃO! 👉 INGRESSOS REMANESCENTES 👈
 
Pessoal, como houve sobra de ingressos de excursões em número maior que o previsto, estamos liberando 25 ingressos para VENDA AVULSA, via Sympla.

👉 NESSA SEXTA, 29/MARÇOMEIO DIA EM PONTO 👈
👉 LINK >> https://bit.ly/2uwpVFd 👈

27 de março de 2019

Paola Kirst

O primeiro álbum de Paola Kirst (Rio Grande - RS), intitulado costuras que me bordam marcas na pele é a reunião de músicas compostas por ela e por amigos durante um ano e meio e trabalhadas incansavelmente em apresentações ao vivo com seus parceiros do Kiai Grupo. Esse é um caminho diferente do feito geralmente por músicos, que costumam primeiro gravar suas músicas e só depois as apresentar ao público.

costuras que me bordam marcas na pele é um grande trabalho entre amigos. Desde as letras escritas por Paola em sua estreia como letrista, até as músicas criadas em conjunto com o pintor e poeta Carlos Medeiros ( Inverno ), o artista visual e rapper Thiago Madruga ( Cais ) e Thielle Pinho ( Pão Com Mel ). Além dessas, Charlie 04 , composição de Juliano Guerra, e Abandonada , canção criada pelo violonista Neuro Júnior (que também faz participação especial neste trabalho), foram dadas a Paola, para que ela as desse voz. Com Abandonada , Paola Kirst levou o prêmio de melhor intérprete na 32º Moenda da Canção, em Santo Antônio da Patrulha (RS), em 2018.

Foto: Vitória Proença.
Sobre a importância do trabalho coletivo em seu primeiro álbum, Paola diz: “Busco mostrar o quanto a minha criação não é feita sozinha: às vezes é texto de um, melodia de outro, somente o piano ou toda a banda, ou apenas voz, valorizando as criações coletivas e o meu amadurecimento nesse processo”.

O título escolhido para o álbum remete à frase final de um dos poemas de Paola e agrupa boa parte dos temas das músicas: o inverno e as lãs representando o aconchego do lar; a espera da chegada de uma criança na família em Olívia , com roupinhas de linho e bordados; as cicatrizes na alma de uma mulher que sofre violência em Charlie 04 , o cotidiano de atravessamentos em excessos de imagens que ficam gravadas na retina em Abandonada.

Ela passeia por diversos momentos durante costuras que me bordam marcas na pele , desde duas poesias escritas e declamadas por ela, uma vinheta instrumental feita com música corporal, até uma música a cappella e uma canção feita apenas com a voz, utilizando um loop station. A artista tem como grande influência a música africana, assim como o samba e o jazz, muito bem representado pelos músicos da Kiai Grupo como banda de apoio, com seu perifajazz : Dionísio Souza no baixo, Marcelo Vaz no piano, e Lucas Fê na bateria A gravação do álbum foi feita ao vivo em Porto Alegre, RS, no Estúdio Pedra Redonda, de Wagner Lagemann, que produziu, mixou e masterizou o disco. Com figurinos Maurício Rodrigues, o álbum tem projeto gráfico e fotos de Vitória Proença.

Spotify | http://bit.ly/CosturasSpotify
Youtube | http://bit.ly/CosturasYouTube
Deezer | http://bit.ly/CosturasDeezer
Apple Music | http://bit.ly/CosturasApple

Sofar Sounds | https://bit.ly/2zCnRi2
Som no Salão | https://bit.ly/2VKg7TB
Vapor Sessions | https://bit.ly/2tX7ut6
Primeiro Mergulho | https://bit.ly/2KMp6zv



26 de março de 2019

Os Bardos da Pangeia

A Máquina está Grávida é o nome do álbum que Os Bardos da Pangeia põem na roda e que constitui na base do repertório do show que a banda apresentará no Pira Rural. Trabalho conceitual que aponta para muitas direções. Poesia urbana, humor, política, rock, samba, latinidade e sonoridades diversas. 

Foto: Haos BG.
O som da pangeia carrega toda carga que o Brasil transborda nesse momento. Tem desencanto e dor, mas também tem muita fúria, balanço e inventividade para expressar esse instante. Pois é agora que a arte tem que mostrar a que veio.
A máquina (vida/ sistema/ sociedade/ estado) está sempre parindo o ser humano em série e você não precisa ser uma peça dessa engrenagem. É claro, que de uma maneira ou de outra, não escapamos do motor que gira o grande esquema. Então, encontramos refúgio na arte, no amor, nas nossas emoções e nas pequenas revoluções diárias.

Ernani Cousandier (voz), Rafael Teclas (teclado), Marcos Trubian (guitarra), Will Monteiro (baixo), Bruno Neves (bateria), Marcelo Donini (percussão e voz) pariram o álbum A Máquina está Grávida nas plataformas: Deezer, Spotify, Amazon, Soundcloud, You tube, Vimeo, Facebook e também em edição especial em LP vinil.

Os Bardos da Pangeia é um agrupamento de Bento Gonçalves/Caxias do sul/Farroupilha que circula em diversos festivais alternativos no Rio Grande do Sul com shows cheios de energia e teatralidade.


25 de março de 2019

Machete Bomb

Machete Bomb é soco reto no senso comum. 

A mistura entre referências e a fusão entre teor crítico das performances e o cavaco bomba – talvez a maior apropriação cultural do século XXI - renderam à banda o entendimento de que vale a pena falar sério no Brasil. Falar alto. Bem alto e distorcido. No palco, Machete Bomb reafirma o compromisso de refletir seu tempo - e suas próprias contradições - com a contundência e autocrítica que bem lhes cabe.

Desde 2014, ‘o cavaco profano’ projeta as necessidades da era pós-manguebeat – como se de alguma forma quisesse ensinar o curitibano a ser brasileiro, e ao brasileiro o que é ser curitibano. Armado de rap, rock e samba; beats, percussões e distorções Machete Bomb é o Brasil com o pé na porta. É deboche genuíno. É gol de mão em dia de clássico.

Com grandes apresentações no currículo, o quinteto explora novas tendências e virtuosas referências em um espetáculo político, caótico, neurótico e frenético (!).

www.machetebomb.com.br
https://www.youtube.com/watch?v=MFVdmyjKBjI
https://www.youtube.com/watch?v=lo_Ih4b-3II
https://www.youtube.com/watch?v=w3zSvFeAVBU


15 de março de 2019

Butia Dub

A banda foi formada em 2007 por estudantes de biologia e geologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O nome do conjunto é o resultado da junção de duas paixões; “Butia” (do Tupi-Guarani: mbutiai = a palmeira; ibati = arvore alta) é o nome indígena do butiazeiro, uma palmeira sagrada e símbolo das paisagens nativas do sul da América do Sul . “Dub” é uma levada reggae com elementos psicodélicos onde a banda fez sua escola musical. Foi desse encontro de sons e cores que demos partida nos motores da ButiaDub e começamos nossa viagem musical, inspirados pela diversidade biológica e cultural do Sul do Brasil e os ritmos jamaicanos.

O conjunto se modificou com o tempo, mas o recrutamento da trupe butiazeira sempre priorizou músicos formados na black music em geral, buscando formar um reduto fiel do verdadeiro espírito dos rockers jamaicanos. As influências musicais se fundiram em um grande caldeirão negro, incluindo o blues, o jazz, o samba, o afrobeat e a capoeira, estilos emoldurados pelos diferentes estilos de reggae que compõe o som da ButiaDub.

O projeto musical amadureceu e se intensificou assumindo novas conformações. Entre batidas e suingues, misturando ritmos jamaicanos e brasileiros, a concepção de som e de poesia se tornou um mosaico de experiências sensoriais contrapondo a vivência junto à floresta e sua beleza selvagem com a civilização urbanoide, a luta de classes, a poluição e as injustiças sociais. Os primeiros resultados dessa mistura podem ser conferidos agora no EP ButiaDub #1. O conjunto desenvolve ainda em paralelo o projeto musical "Juçara Blues e as Plantas de Cachoeira" dedicado ao Blues, Funk e ao Soul Music. 

Espaço Mato Dentro

O espaço “Mato Dentro” é uma área natural de Mata Atlântica localizada no município de Maquiné, litoral norte do Rio Grande do Sul. A área funciona como um verdadeiro laboratório vivo de criação e construção independente: estúdio musical, atelier e um imenso jardim agroflorestal de produção de alimentos. É nesse espaço que são realizados parte dos ensaios, gravações e experimentações criativas da banda, uma verdadeira plantação cultural.

Dentre as principais realizações frutos da convivência nesse espaço citamos a co-produção do documentário “O Ser Juçara” em parceria com o Coletivo Catarse e a Associação Içara (2016/2017). A temática do filme retrata as redes de valores relacionadas com a palmeira Juçara, o açaí da mata atlântica. A trilha sonora incluindo a canção título foi composta pela ButiaDub. Foi lá também que boa parte do EP “ButiaDub #1” foi produzido e gravado de forma autônoma pela banda. O disco é um registro de força de transformação e libertação voltado para a produção musical livre. Este trabalho está sendo divulgado em diferentes plataformas e eventos sociais, em favor do ativismo ambiental e da diversidade em geral.

Nossa Música e Nosso Show

As apresentações do conjunto remetem o público aos salões de dança, onde existe proximidade com os artistas. É permitido dançar e a mensagem dada é pra ser ouvida, seja na poesia das letras, quanto nos diversos ritmos que compõe o repertório, do ska ao rocksteady, do reggae roots ao dancehall. Bases com guitarras e teclas marcam o suingue das músicas, o casamento entre o baixo e a bateria ditam os andamentos com as baixas frequências. Os vocais e os tambores são a comunicação direta, sustentados pela paisagem sonora dos outros instrumentos, e trazem em sua atitude os elementos da vida que pulsa, atingindo diferentes públicos com sua força sonora simples e direta.

Os primeiros anos da banda representaram um mergulho na contracultura universitária, rendendo apresentações em eventos como “ArteBio”, “Geostock” e “Festivale”, e em encontros e congressos de estudantes. Atualmente, as apresentações ocorrem em diferentes espaços de cultura popular urbanos e rurais, de Porto Alegre e do interior do estado. Dentre eles destacamos o Afrosul-Odomode, Ponto de Cultura Africanamente, comunidades Quilombolas e Indígenas, bares e botecos do centro histórico e da Cidade Baixa na capital, festivais culturais e espaços públicos em geral. As canções autorais têm mensagens com atitude, destilando poesias ritmadas sobre uma base reggae vigorosa. Essa mensagem é fruto de um projeto coletivo de produção musical/cultural independente ligadas a um modo de vida. Para além de uma banda, a ButiaDub se compreende como uma comunidade de intenções. Vem com a gente viver essa festa de sons!




12 de março de 2019

Lusco Fusco

Nascida em Santa Cruz do Sul, com quase sete anos de estrada, a Lusco Fusco já abriu shows para bandas como Ultramen, Dingo Bells, Karol Conká, Tribo Brasil, Tributo Tim Maia, entre outros. 

O EP autoral conta com 3 sons que representam as principais vertentes que influenciaram essa caminhada.

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11 de março de 2019

Quarto Sensorial

"O QS retorna ao Pira Rural para realizar sua quinta apresentação no festival. 

Foto: Leo Caobelli.
Tocar na cascatinha é sempre uma ocasião especial porém, desta vez, será ainda mais: o trio apresentará um show inédito com músicas do disco novo que tem lançamento previsto para maio.

A música do Quarto Sensorial se transforma de maneira constante. A maior parte das faixas novas têm duração curta e um direcionamento mais pesado que o trabalho anterior, Halteroniilismo (2014). É uma banda completamente diferente daquela que esteve em Ibarama pela primeira vez em 2010."

As Tubas

As Tubas são vozes que se apoiam e se harmonizam para dizer, cantar e gritar a condição feminina na contemporaneidade. Apesar dos avanços e do espaço conquistado, no cotidiano ainda precisamos lidar com assédio, controle dos nossos corpos e a falta de espaço para nossos trabalhos. Por compreender a arte como transformadora da cultura e dos comportamentos, As Tubas unem seus corpos e sons para manifestar e explorar a autonomia e liberdade sobre ser, se conhecer e se aceitar.

Além do repertório autoral, o show conta com releituras de artistas que são referências para o trabalho, como Angélica Freitas, Ava Rocha, Maria Beraldo e Marília Kosby.

Bombo, teclado, violino, guitarra e a percussividade das castanholas e do sapateado, aliados à força da voz de seis mulheres, fazem desse lugar de fala um recurso para (re)pensarmos o feminino em nossa sociedade.

O grupo surgiu para uma apresentação realizada no dia da mulher, 8 de março, no ano de 2018. A experiência vivida nesta performance a partir da união das artistas provocou a continuidade do grupo que produziu um primeiro espetáculo em maio de 2018 no palco do Meme Santo de Casa. No segundo semestre do mesmo ano o grupo foi contemplado com o edital da Câmara de Porto Alegre, realizando duas apresentações no Teatro Glênio Peres, com lotação máxima, nos dias 17 e 18 de agosto e no dia 17 de dezembro no Teatro de Arena.


8 de março de 2019

Três Marias

Engajadas na manutenção e reinvenção de expressões tradicionais, as Três Marias percorrem uma caminhada de valorização e empoderamento das mulheres na música, no toque dos tambores e no protagonismo das brincadeiras e tradições populares. O grupo traz ao público a expressão de mulheres musicistas que, por diversos caminhos, encontram na música e nas artes da cultura popular a possibilidade de se fortalecer, se expressar, celebrar e ao mesmo tempo questionar conceitos e padrões culturais relacionados a diversas formas de opressão.

 Foto: Guilherme Bragança.
O grupo conta com a parceria e conselho de mestres e mestras como a Mestra Martinha do Coco (PE), Mestre Paraquedas (RS), Mestre Tião Carvalho (MA) e do babalaô Ìdòwú Akínrúlí (Nigéria).

O repertório apresenta o trabalho autoral do grupo com algumas parcerias e passeia por tradições como capoeira angola, jongo, forró de rabeca, bumba meu boi, samba, afoxé e samba de coco. A sonoridade do grupo é composta por vozes, diversos instrumentos de percussão (alfaia, congas, ilu, matracas, ganzá, zabumba, djembe, agê, agogô e pandeiro) e cordas (rabeca, contrabaixo e cavaquinho).

O projeto Três Marias nasce na estrada, entre passadas de chapéu nas ruas de Lisboa, Cavalcante, Galícia e no metrô do Rio de Janeiro, a festivais e salas de teatro internacionais com a Cia Mamulengo Presepada(DF). Hoje, radicado em Porto Alegre, o grupo Três Marias é coordenado por Andressa Ferreira e Gutcha Ramil, e tem como proposta agregar mulheres musicistas e artistas de outras áreas como dança, teatro, poesia, que se dedicam à continuidade e difusão da cultura popular.

Atualmente o grupo é composto por cinco integrantes: Andressa Ferreira, Gutcha Ramil, Thayan Martins, Pâmela Amaro e Tamiris Duarte.

Face | https://www.facebook.com/tresmariasbrasil/
Site | http://tresmariasbrasil.wixsite.com/tresmarias
Instagram | www.instagram.com/grupotresmarias
Youtube | https://www.youtube.com/channel/UC399HIHOdnwPIz5eglRZ3xw
Soundcloud | https://soundcloud.com/tr-s-marias

Vídeo | Três Marias - Vapor Sessions | https://www.youtube.com/watch?v=OAWoAW-a5TE
Vídeo | Três Marias e Ilu Akin | https://www.facebook.com/Iluakin/videos/1708734042691374/


5 de fevereiro de 2019

Conjunto Musical La Digna Rabia

Formado em 2010 com a intenção tocar covers de sucessos do rock cantado em espanhol, o Conjunto Musical La Digna Rabia foi, desde então, incorporando composições próprias, novos integrantes e novas sonoridades até chegar ao formato atual em que percorrem um mapa sonoro do continente latino-americano, costurando gêneros como a cumbia (afro-colombiano), o ska (anglo-caribenho), os corridos (mexicanos) ou o reggaeton (porto-riquenho) numa fusão conduzida por uma pegada de tradição roqueira.

A formação atual reúne sete músicos, com destaque ao naipe de metais, percussões e sintetizadores. Nessa trajetória, foram lançados três EPs – La Digna Rabia (2012), Conexión Chiapas (2013) e Ni Olvido, Ni Perdón (2018) – e um CD, intitulado “Conjunto Musical La Digna Rabia y el Increíble Baile Calavera” (2016). Além de já ter participado de alguns dos principais festivais do Estado, a banda é presença frequente em manifestações callejeras e ocupações, onde expressam sua origem política libertária. Em novembro de 2017 apresentaram seu espetáculo “Conjunto Musical La Digna Rabia y El Increíble Baile Calavera” no projeto Som no Salão, transformando o Salão de Atos da UFRGS, um dos palcos mais nobres da cidade, num grande salão de baile. No espetáculo, a banda atravessa ambiências que vão do romantismo exagerado, quase brega, da mais tradicional novela mexicana, à agressividade teatral da lucha libre.

Toda essa gama de sentimentos e sensações é apresentada ao público através da sonoridade intensa e da presença de palco contagiante dos anfitriões do Conjunto Musical La Digna Rabia. 

Sean tod@s bienvenid@s al Increíble Baile Calavera! 

A Banda:
Douglas Z. Benzi . trombone 
Gabriel Luzzi . trompete 
Hiro Okido . guitarra 
Marcelo Argenta . voz 
PH . baixo 
Pietro Duarte . saxofone 
Tavinho . percussão 
Tarcus Aguilar . bateria 

“Som no Salão” (Salão de Atos da UFRGS) | https://youtu.be/TRXd-pCauVg 
Matéria sobre a cena “mestiça” em Porto Alegre | https://goo.gl/M3PDi3


Contatos: 
todtprod@gmail.com | chtodt82@gmail.com 
whatsapp 51-996461682 (Christiano Todt)