28 de março de 2019

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27 de março de 2019

Paola Kirst

O primeiro álbum de Paola Kirst (Rio Grande - RS), intitulado costuras que me bordam marcas na pele é a reunião de músicas compostas por ela e por amigos durante um ano e meio e trabalhadas incansavelmente em apresentações ao vivo com seus parceiros do Kiai Grupo. Esse é um caminho diferente do feito geralmente por músicos, que costumam primeiro gravar suas músicas e só depois as apresentar ao público.

costuras que me bordam marcas na pele é um grande trabalho entre amigos. Desde as letras escritas por Paola em sua estreia como letrista, até as músicas criadas em conjunto com o pintor e poeta Carlos Medeiros ( Inverno ), o artista visual e rapper Thiago Madruga ( Cais ) e Thielle Pinho ( Pão Com Mel ). Além dessas, Charlie 04 , composição de Juliano Guerra, e Abandonada , canção criada pelo violonista Neuro Júnior (que também faz participação especial neste trabalho), foram dadas a Paola, para que ela as desse voz. Com Abandonada , Paola Kirst levou o prêmio de melhor intérprete na 32º Moenda da Canção, em Santo Antônio da Patrulha (RS), em 2018.

Foto: Vitória Proença.
Sobre a importância do trabalho coletivo em seu primeiro álbum, Paola diz: “Busco mostrar o quanto a minha criação não é feita sozinha: às vezes é texto de um, melodia de outro, somente o piano ou toda a banda, ou apenas voz, valorizando as criações coletivas e o meu amadurecimento nesse processo”.

O título escolhido para o álbum remete à frase final de um dos poemas de Paola e agrupa boa parte dos temas das músicas: o inverno e as lãs representando o aconchego do lar; a espera da chegada de uma criança na família em Olívia , com roupinhas de linho e bordados; as cicatrizes na alma de uma mulher que sofre violência em Charlie 04 , o cotidiano de atravessamentos em excessos de imagens que ficam gravadas na retina em Abandonada.

Ela passeia por diversos momentos durante costuras que me bordam marcas na pele , desde duas poesias escritas e declamadas por ela, uma vinheta instrumental feita com música corporal, até uma música a cappella e uma canção feita apenas com a voz, utilizando um loop station. A artista tem como grande influência a música africana, assim como o samba e o jazz, muito bem representado pelos músicos da Kiai Grupo como banda de apoio, com seu perifajazz : Dionísio Souza no baixo, Marcelo Vaz no piano, e Lucas Fê na bateria A gravação do álbum foi feita ao vivo em Porto Alegre, RS, no Estúdio Pedra Redonda, de Wagner Lagemann, que produziu, mixou e masterizou o disco. Com figurinos Maurício Rodrigues, o álbum tem projeto gráfico e fotos de Vitória Proença.

Spotify | http://bit.ly/CosturasSpotify
Youtube | http://bit.ly/CosturasYouTube
Deezer | http://bit.ly/CosturasDeezer
Apple Music | http://bit.ly/CosturasApple

Sofar Sounds | https://bit.ly/2zCnRi2
Som no Salão | https://bit.ly/2VKg7TB
Vapor Sessions | https://bit.ly/2tX7ut6
Primeiro Mergulho | https://bit.ly/2KMp6zv



26 de março de 2019

Os Bardos da Pangeia

A Máquina está Grávida é o nome do álbum que Os Bardos da Pangeia põem na roda e que constitui na base do repertório do show que a banda apresentará no Pira Rural. Trabalho conceitual que aponta para muitas direções. Poesia urbana, humor, política, rock, samba, latinidade e sonoridades diversas. 

Foto: Haos BG.
O som da pangeia carrega toda carga que o Brasil transborda nesse momento. Tem desencanto e dor, mas também tem muita fúria, balanço e inventividade para expressar esse instante. Pois é agora que a arte tem que mostrar a que veio.
A máquina (vida/ sistema/ sociedade/ estado) está sempre parindo o ser humano em série e você não precisa ser uma peça dessa engrenagem. É claro, que de uma maneira ou de outra, não escapamos do motor que gira o grande esquema. Então, encontramos refúgio na arte, no amor, nas nossas emoções e nas pequenas revoluções diárias.

Ernani Cousandier (voz), Rafael Teclas (teclado), Marcos Trubian (guitarra), Will Monteiro (baixo), Bruno Neves (bateria), Marcelo Donini (percussão e voz) pariram o álbum A Máquina está Grávida nas plataformas: Deezer, Spotify, Amazon, Soundcloud, You tube, Vimeo, Facebook e também em edição especial em LP vinil.

Os Bardos da Pangeia é um agrupamento de Bento Gonçalves/Caxias do sul/Farroupilha que circula em diversos festivais alternativos no Rio Grande do Sul com shows cheios de energia e teatralidade.


25 de março de 2019

Machete Bomb

Machete Bomb é soco reto no senso comum. 

A mistura entre referências e a fusão entre teor crítico das performances e o cavaco bomba – talvez a maior apropriação cultural do século XXI - renderam à banda o entendimento de que vale a pena falar sério no Brasil. Falar alto. Bem alto e distorcido. No palco, Machete Bomb reafirma o compromisso de refletir seu tempo - e suas próprias contradições - com a contundência e autocrítica que bem lhes cabe.

Desde 2014, ‘o cavaco profano’ projeta as necessidades da era pós-manguebeat – como se de alguma forma quisesse ensinar o curitibano a ser brasileiro, e ao brasileiro o que é ser curitibano. Armado de rap, rock e samba; beats, percussões e distorções Machete Bomb é o Brasil com o pé na porta. É deboche genuíno. É gol de mão em dia de clássico.

Com grandes apresentações no currículo, o quinteto explora novas tendências e virtuosas referências em um espetáculo político, caótico, neurótico e frenético (!).

www.machetebomb.com.br
https://www.youtube.com/watch?v=MFVdmyjKBjI
https://www.youtube.com/watch?v=lo_Ih4b-3II
https://www.youtube.com/watch?v=w3zSvFeAVBU


15 de março de 2019

Butia Dub

A banda foi formada em 2007 por estudantes de biologia e geologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O nome do conjunto é o resultado da junção de duas paixões; “Butia” (do Tupi-Guarani: mbutiai = a palmeira; ibati = arvore alta) é o nome indígena do butiazeiro, uma palmeira sagrada e símbolo das paisagens nativas do sul da América do Sul . “Dub” é uma levada reggae com elementos psicodélicos onde a banda fez sua escola musical. Foi desse encontro de sons e cores que demos partida nos motores da ButiaDub e começamos nossa viagem musical, inspirados pela diversidade biológica e cultural do Sul do Brasil e os ritmos jamaicanos.

O conjunto se modificou com o tempo, mas o recrutamento da trupe butiazeira sempre priorizou músicos formados na black music em geral, buscando formar um reduto fiel do verdadeiro espírito dos rockers jamaicanos. As influências musicais se fundiram em um grande caldeirão negro, incluindo o blues, o jazz, o samba, o afrobeat e a capoeira, estilos emoldurados pelos diferentes estilos de reggae que compõe o som da ButiaDub.

O projeto musical amadureceu e se intensificou assumindo novas conformações. Entre batidas e suingues, misturando ritmos jamaicanos e brasileiros, a concepção de som e de poesia se tornou um mosaico de experiências sensoriais contrapondo a vivência junto à floresta e sua beleza selvagem com a civilização urbanoide, a luta de classes, a poluição e as injustiças sociais. Os primeiros resultados dessa mistura podem ser conferidos agora no EP ButiaDub #1. O conjunto desenvolve ainda em paralelo o projeto musical "Juçara Blues e as Plantas de Cachoeira" dedicado ao Blues, Funk e ao Soul Music. 

Espaço Mato Dentro

O espaço “Mato Dentro” é uma área natural de Mata Atlântica localizada no município de Maquiné, litoral norte do Rio Grande do Sul. A área funciona como um verdadeiro laboratório vivo de criação e construção independente: estúdio musical, atelier e um imenso jardim agroflorestal de produção de alimentos. É nesse espaço que são realizados parte dos ensaios, gravações e experimentações criativas da banda, uma verdadeira plantação cultural.

Dentre as principais realizações frutos da convivência nesse espaço citamos a co-produção do documentário “O Ser Juçara” em parceria com o Coletivo Catarse e a Associação Içara (2016/2017). A temática do filme retrata as redes de valores relacionadas com a palmeira Juçara, o açaí da mata atlântica. A trilha sonora incluindo a canção título foi composta pela ButiaDub. Foi lá também que boa parte do EP “ButiaDub #1” foi produzido e gravado de forma autônoma pela banda. O disco é um registro de força de transformação e libertação voltado para a produção musical livre. Este trabalho está sendo divulgado em diferentes plataformas e eventos sociais, em favor do ativismo ambiental e da diversidade em geral.

Nossa Música e Nosso Show

As apresentações do conjunto remetem o público aos salões de dança, onde existe proximidade com os artistas. É permitido dançar e a mensagem dada é pra ser ouvida, seja na poesia das letras, quanto nos diversos ritmos que compõe o repertório, do ska ao rocksteady, do reggae roots ao dancehall. Bases com guitarras e teclas marcam o suingue das músicas, o casamento entre o baixo e a bateria ditam os andamentos com as baixas frequências. Os vocais e os tambores são a comunicação direta, sustentados pela paisagem sonora dos outros instrumentos, e trazem em sua atitude os elementos da vida que pulsa, atingindo diferentes públicos com sua força sonora simples e direta.

Os primeiros anos da banda representaram um mergulho na contracultura universitária, rendendo apresentações em eventos como “ArteBio”, “Geostock” e “Festivale”, e em encontros e congressos de estudantes. Atualmente, as apresentações ocorrem em diferentes espaços de cultura popular urbanos e rurais, de Porto Alegre e do interior do estado. Dentre eles destacamos o Afrosul-Odomode, Ponto de Cultura Africanamente, comunidades Quilombolas e Indígenas, bares e botecos do centro histórico e da Cidade Baixa na capital, festivais culturais e espaços públicos em geral. As canções autorais têm mensagens com atitude, destilando poesias ritmadas sobre uma base reggae vigorosa. Essa mensagem é fruto de um projeto coletivo de produção musical/cultural independente ligadas a um modo de vida. Para além de uma banda, a ButiaDub se compreende como uma comunidade de intenções. Vem com a gente viver essa festa de sons!




12 de março de 2019

Lusco Fusco

Nascida em Santa Cruz do Sul, com quase sete anos de estrada, a Lusco Fusco já abriu shows para bandas como Ultramen, Dingo Bells, Karol Conká, Tribo Brasil, Tributo Tim Maia, entre outros. 

O EP autoral conta com 3 sons que representam as principais vertentes que influenciaram essa caminhada.

face @luscofuscooficial
insta @luscofuscooficial
youtube @luscofusco


11 de março de 2019

Quarto Sensorial

"O QS retorna ao Pira Rural para realizar sua quinta apresentação no festival. 

Foto: Leo Caobelli.
Tocar na cascatinha é sempre uma ocasião especial porém, desta vez, será ainda mais: o trio apresentará um show inédito com músicas do disco novo que tem lançamento previsto para maio.

A música do Quarto Sensorial se transforma de maneira constante. A maior parte das faixas novas têm duração curta e um direcionamento mais pesado que o trabalho anterior, Halteroniilismo (2014). É uma banda completamente diferente daquela que esteve em Ibarama pela primeira vez em 2010."

As Tubas

As Tubas são vozes que se apoiam e se harmonizam para dizer, cantar e gritar a condição feminina na contemporaneidade. Apesar dos avanços e do espaço conquistado, no cotidiano ainda precisamos lidar com assédio, controle dos nossos corpos e a falta de espaço para nossos trabalhos. Por compreender a arte como transformadora da cultura e dos comportamentos, As Tubas unem seus corpos e sons para manifestar e explorar a autonomia e liberdade sobre ser, se conhecer e se aceitar.

Além do repertório autoral, o show conta com releituras de artistas que são referências para o trabalho, como Angélica Freitas, Ava Rocha, Maria Beraldo e Marília Kosby.

Bombo, teclado, violino, guitarra e a percussividade das castanholas e do sapateado, aliados à força da voz de seis mulheres, fazem desse lugar de fala um recurso para (re)pensarmos o feminino em nossa sociedade.

O grupo surgiu para uma apresentação realizada no dia da mulher, 8 de março, no ano de 2018. A experiência vivida nesta performance a partir da união das artistas provocou a continuidade do grupo que produziu um primeiro espetáculo em maio de 2018 no palco do Meme Santo de Casa. No segundo semestre do mesmo ano o grupo foi contemplado com o edital da Câmara de Porto Alegre, realizando duas apresentações no Teatro Glênio Peres, com lotação máxima, nos dias 17 e 18 de agosto e no dia 17 de dezembro no Teatro de Arena.


8 de março de 2019

Três Marias

Engajadas na manutenção e reinvenção de expressões tradicionais, as Três Marias percorrem uma caminhada de valorização e empoderamento das mulheres na música, no toque dos tambores e no protagonismo das brincadeiras e tradições populares. O grupo traz ao público a expressão de mulheres musicistas que, por diversos caminhos, encontram na música e nas artes da cultura popular a possibilidade de se fortalecer, se expressar, celebrar e ao mesmo tempo questionar conceitos e padrões culturais relacionados a diversas formas de opressão.

 Foto: Guilherme Bragança.
O grupo conta com a parceria e conselho de mestres e mestras como a Mestra Martinha do Coco (PE), Mestre Paraquedas (RS), Mestre Tião Carvalho (MA) e do babalaô Ìdòwú Akínrúlí (Nigéria).

O repertório apresenta o trabalho autoral do grupo com algumas parcerias e passeia por tradições como capoeira angola, jongo, forró de rabeca, bumba meu boi, samba, afoxé e samba de coco. A sonoridade do grupo é composta por vozes, diversos instrumentos de percussão (alfaia, congas, ilu, matracas, ganzá, zabumba, djembe, agê, agogô e pandeiro) e cordas (rabeca, contrabaixo e cavaquinho).

O projeto Três Marias nasce na estrada, entre passadas de chapéu nas ruas de Lisboa, Cavalcante, Galícia e no metrô do Rio de Janeiro, a festivais e salas de teatro internacionais com a Cia Mamulengo Presepada(DF). Hoje, radicado em Porto Alegre, o grupo Três Marias é coordenado por Andressa Ferreira e Gutcha Ramil, e tem como proposta agregar mulheres musicistas e artistas de outras áreas como dança, teatro, poesia, que se dedicam à continuidade e difusão da cultura popular.

Atualmente o grupo é composto por cinco integrantes: Andressa Ferreira, Gutcha Ramil, Thayan Martins, Pâmela Amaro e Tamiris Duarte.

Face | https://www.facebook.com/tresmariasbrasil/
Site | http://tresmariasbrasil.wixsite.com/tresmarias
Instagram | www.instagram.com/grupotresmarias
Youtube | https://www.youtube.com/channel/UC399HIHOdnwPIz5eglRZ3xw
Soundcloud | https://soundcloud.com/tr-s-marias

Vídeo | Três Marias - Vapor Sessions | https://www.youtube.com/watch?v=OAWoAW-a5TE
Vídeo | Três Marias e Ilu Akin | https://www.facebook.com/Iluakin/videos/1708734042691374/