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Olá, povo da Cascata!!!
Essa seção é pra contar e relembrar um pouco a (curta) história do Pira Rural. Escrita aos trancos e barrancos, serve pra mostrar a cara do festival pra quem não o conhece, ou ainda, relembrar fatos que todos ajudaram a escrever. Sem mais delongas, vamos ao que importa!
Pois bueno, o início do Pira remete a outro festival, o FestMalta, que por 4 anos foi realizado no Camping da Cascata - Cascatinha para os íntimos - no interior de Ibarama, região centro-serra do Rio Grande do Sul!!
Um certo dia o FestMalta foi-se embora, deixando a Cascatinha orfã de um festival bueno. Eis que a gurizada da Xispa Divina resolveu que um lugar como aquele não poderia ficar sem um evento deste tipo, onde se reúnem amigos em volta de uma fogueira e se celebra a vida.
A Cascatinha, como muitos falam e acreditam, é um lugar onde existe uma certa mística, aquele “clima” que da o tom certo pra um encontro com a galera que curte um acampamento e música de qualidade. Lá é onde tudo dá certo, mesmo que tenha tudo pra dar errado!!!!
2010 - o ano em que tudo começou
E foi lá, nos idos de 2010, que um grupo formado pelos integrantes da Xispa, amigos e familiares, numa espécie de coletivo que funciona como uma organização caótica (ou caos organizado), mas que tem até nome - o nosso querido Clube Mundo - resolveu arregaçar as mangas e meter os braços pra fazer um festival novo.
Como todo mundo aqui - mesmo quem mora no centro da cidade - é do interior, a proposta do festival não teria como fugir disso. Um festival no meio do mato, explorando a ruralidade, a comida caseira da colônia, a cachaça, grappa e vinho feitos por nós mesmos ou pelos vizinhos. Mas como já disse um amigo uma vez, "a gente é do interior, mas já andou muito por aí”! Então somado a isso tudo, foi adicionado uma pitada de psicodelia e pronto: estava iniciada a jornada que culminaria no 1º Pira Rural!!!
O próximo passo seria definir uma data! Na dúvida, foi marcado pra Páscoa, pra aprovetiar o feriado. Tava armada a Pira!! Com um palco feito literalmente a facão e divulgação na base do telefone, assim o pessoal envolvido tocava a organização do festival. Pra bem da verdade, os únicos convidados eram as bandas que iriam tocar, e os amigos que as mesmas trariam...
E naquele palco fenomenal, em meio a rodas de carroça e abóboras, as bandas Rebordoza de Encruzilhada, Cinzeiro e Vinho Tinto de Cachoeira do Sul, e Oxidantes de Panambi, mandaram ver no rock n’ roll. Além dessas atrações “estrangeiras”, também subiram ao palco as bandas Sobradinhenses Dose Dupla, Rock ‘n Live, Superfusa, Xispa Divina e Snegs Rock Bar.
Algumas com seus próprios sons, outras caprichando nos covers, fizeram a trilha sonora daquele fim de semana em meio a natureza e de vários bois que pastavam sem se importar com o que cantavam as bandas...
Já era domingo a tarde quando alguém comenta, olhando para a decoração do palco: “mas que ricas abóboras”!! Pronto, estava naquele momento sendo batizado o palco “Ricas Abóboras”....
2011 - a era de aquarius
No ano seguinte, em 2011, o festival seguia nas mesmas ideias, mas com um novo palco!!! Sim, inacreditavelmente toda a estrutura fenomenal daquele primeiro palco saiu da vida para entrar para a história, pois o mesmo não resistiu até a segunda edição do festival.
Na verdade, o palco em si era móvel, pego emprestado de algum lugar do qual nem me lembro mais, e após o festival foi devolvido. E aquela bela estrutura de cobertura estilo colonial, esvaiu-se sozinha, tendo os restos removidos para um bem maior. Todo mundo meteu a mão na massa outra vez, e um novo palco foi “construído”. Sim, assim mesmo, entre aspas!!! Pois então, o tal palco novo já existia, lá mesmo, na Cascatinha. Herança de outros festivais, o novo palco foi desmanchado, carregado, e reconstruído no local que é hoje.
Agora sim, o festival ficando fino com um palco de verdade!!!
E isso não era tudo! Como nós procurávamos sempre melhorar a estrutura do festival, foi construído – pasmem – um camarim!! Fenomenal, diga-se de passagem!!! Uma obra de arte rural...
E novamente no sábado e domingo de páscoa, dias 22 e 23 de abril em 2011, foi realizada a segunda edição do entrevero! Agora com mais bandas, e vindos de mais longe, para fazer esse festival conosco. De Cachoeira do Sul veio novamente a Cinzeiro e Vinho Tinto, juntamente com o pessoal da Agranel. De Caxias do Sul o pessoal do Cucastortas abraçou a causa e aceitou o convite de descer a serra e subir o centro-serra, desbravando o festival para que outras bandas de lá viessem depois. A Espora Elétrica veio afiada de Passo Fundo, assim como Os Instantâneos de Butiá. A dupla Paralelo Bipolar trouxe um som acústico pra galera, enquanto a Quarto Ácido veio de Panambi com novo nome para participar pela segunda vez do Pira, e começar a firmar uma baita amizade. Da região, marcaram presença Práticos Delirantes, a Rock ‘n Live, a Xispa Divina, todos de Sobradinho, e mais o Matheus Costa de Arroio do Tigre, outra cidade vizinha do festival (sim, todas as cidades em volta estão a poucos quilômetros de distância!).
Como o próprio nome diz, somos um festival rural, e sendo assim, tem certos elementos que não podem ficar de fora da festa. Na noite de sábado, sob uma temperatura bastante baixa, eis que surgem, para surpresa de todos, os nossos espantalhos feitos de pano, palha de milho, e muito agito!!
Alguns estranharam, alguns riram, alguns dançaram junto, e haviam até mesmo aqueles que não tinham certeza se eles eram de verdade ou imaginários. Mas isso pouco importa!! Eles fazem parte dessa Pira que onde tudo se eleva e torna-se um belo momento pra ficar na memória de quem participa.
Mas a maior inovação do festival daquele ano ficou mesmo por conta dessa singela construção: a butique da cana.
Tá bom, tá bom, talvez não tenha sido realmente a maior inovação, mas que ela tava movimentada, a isso tava!!!! Ainda mais depois da chuvarada que começou na sexta-feira e se estendeu até metade do sábado, e do frio que veio após a chuva!!
Não houve grappa que chegasse pra aquecer tantos corações encharcados....
2012 - o ano da maioridade
Em 2012 a coisa já começou a ficar mais séria!! Não o espírito de festival, mas sim o trabalho na organização e elaboração do mesmo. Na realidade, o Pira Rural amadureceu e a sua identidade começou a tomar forma.
O Festival começou a ser organizado mais cedo que nos anos anteriores, mais amigos foram agregados à organização, reuniões frequentes aconteceram para discutir e alinhar a 3º edição...
E depois de muitas reuniões, conversas, festas pra juntar dinheiro e fazer caixa - como o luau de porteira aberta que a Betty promoveu lá mesmo na Cascatinha, onde toda a renda foi para o caixa do Pira – chegamos novamente em mais uma Páscoa.
E todo esforço foi imensamente recompensado! Pessoas de diversas regiões do estado, e mais alguns desbravadores de fora, encheram a Cascatinha para celebrar conosco uma páscoa cheia de alegria, esbanjando amizade num clima incrível, embaladas por bandas sensacionais, culminando num festival que sequer imaginávamos alguns meses antes.
Ouvimos músicas e performances maravilhosas no palco! Fora dele, muitas amizades nasciam a todo instante nos acampamentos, em volta do bar, na fogueira, na ladeira do potreiro do vizinho, em todos os lugares da Cascatinha...
A Xispa Divina - banda da casa – abriu o festival, como já ocorrera no ano anterior. Em seguia o Luciano Alves veio com seu folk de qualidade e letras bem escritas. Aliás, qualidade foi o que não faltou. A Rock’n Live em sua 3º participação, a Greek Van Peixe e a Mindgarden de Caxias, Os Brutais de Pelotas, e a Sopro Cósmico de Porto Alegre, fizeram shows memoráveis e surpreendentes. Nessa última inclusive haviam várias pessoas já deitadas em suas barracas que voltaram até a frente do palco pra ver que loucura era aquela que estava acontecendo! E isso foi só a sexta-feira...
No sábado, inicio de tarde, mais uma vez o Mateus Costa veio trazer seu repertório de piano, com algumas pitadas de música clássica e também de sua passagem por uma banda que deu o que falar, a Ávalon. Na sequência vieram a BardoeFada com a sua sensualidade, de Santo Ângelo, a Auditiva que na época estava radicada em Sobradinho, e o Renato Velho e Fluxo Piroclástico, que veio de Taquara mostrar o seu trabalho. Já começando a cair a noite, voltamos para algumas bandas Caxienses. Primeiro a Pindorália, seguido pela Cucastortas, já em sua 2º participação, ambas com muito brilho, diga-se de passagem. Na sequência a Vãn Züllat, banda de nome difícil de Pelotas, subiu no palco e mandou ver um instrumental furioso. Em seguida a Velho Hippie deu um descanso pra galera com suas belas melodias, e a Quarto Sensorial novamente veio com seu instrumental de deixar todos de boca aberta. E pra fechar com chave de ouro o sábado, a Espora Elétrica assumiu o palco, parando só quando cansaram de tocar...
Já era quase domingo de manhã quando a Rádio Camarim tasca na íntegra o disco Animals, do Pink Floyd. A noite estava encerrada.
E já com o sol raiando que os últimos guerreiros ainda bebiam os últimos goles antes de um merecido descanso. Um pessoal que em seguida praticaria yoga já se alinhava em frente ao palco, onde a oficina foi realizada.
Domingueira de tarde, o corpo velho já pedindo água. Hora de rolar aquela integração antes de todo mundo pegar o rumo de volta pra casa. Depois de começar com uma baita apresentação de violão e percussão do Giancarlo Oliveira, era hora da jam session. O pessoal começou meio tímido, mas aos poucos foi juntando aquele povo pra fazer um som, improvisado na hora. Grande momento do festival, com sorrisos belos e verdadeiros estampado no rosto de cada um presente.
E pra encerrar as atividades, ninguém melhor que a Betty! Ela mesma, a nossa chefe de cozinha. Quem conhece sabe do que eu to falando...
Além disso tudo, que não foi pouca coisa, figuras marcantes passaram por lá. Quem não lembra do tal índio, que depois todos foram descobrindo que se chamava Ash, que chegou de supetão, e quando vimos já tava lá instalado!
Muitos olhavam e perguntavam: “de onde saiu esse índio?”, no que prontamente ouviam a resposta: “mas olha tche, veio de ônibus de Porto Alegre!!”...
Óbvio né?! Ou nem tanto...
Mas logo descobriu-se que ele era do Acre, e estava em Porto Alegre lutando por direitos indígenas. Ta, mas tu ainda ta curioso como ele foi parar no Pira né?! Bom, parece que ele viu o ônibus lá, e aquele bando de maluco em volta, esperando pra embarcar. Chegou junto, e quando o ônibus abriu as portas, entrou veículo adentro. Simples assim...
Alguns gostaram dele, outros ficaram meio assim, mas duvido que alguém tenha esquecido dele!!
E nesse novo ano, na 4º edição, esperamos todos os amigos novamente para beberem uns goles do vinho, da cerveja, da cachaça, da grappa, do absinto, ou mesmo todos eles juntos, e pitarem um fumo em corda, celebrando conosco mais uma páscoa DAQUELAS!!!
E tu, vai ficar de fora???!!!!
Nos vemos na Cascatinha!!! ;)
Essa seção é pra contar e relembrar um pouco a (curta) história do Pira Rural. Escrita aos trancos e barrancos, serve pra mostrar a cara do festival pra quem não o conhece, ou ainda, relembrar fatos que todos ajudaram a escrever. Sem mais delongas, vamos ao que importa!
Pois bueno, o início do Pira remete a outro festival, o FestMalta, que por 4 anos foi realizado no Camping da Cascata - Cascatinha para os íntimos - no interior de Ibarama, região centro-serra do Rio Grande do Sul!!
Um certo dia o FestMalta foi-se embora, deixando a Cascatinha orfã de um festival bueno. Eis que a gurizada da Xispa Divina resolveu que um lugar como aquele não poderia ficar sem um evento deste tipo, onde se reúnem amigos em volta de uma fogueira e se celebra a vida.
A Cascatinha, como muitos falam e acreditam, é um lugar onde existe uma certa mística, aquele “clima” que da o tom certo pra um encontro com a galera que curte um acampamento e música de qualidade. Lá é onde tudo dá certo, mesmo que tenha tudo pra dar errado!!!!
2010 - o ano em que tudo começou
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| Marketing rural. Autor desconhecido |
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| 1º cartaz oficial |
O próximo passo seria definir uma data! Na dúvida, foi marcado pra Páscoa, pra aprovetiar o feriado. Tava armada a Pira!! Com um palco feito literalmente a facão e divulgação na base do telefone, assim o pessoal envolvido tocava a organização do festival. Pra bem da verdade, os únicos convidados eram as bandas que iriam tocar, e os amigos que as mesmas trariam...
E assim foi!
Nos dias 2 e 3 de abril de 2010, foram reunidas algumas bandas, a grande maioria de Sobradinho mesmo - cidade vizinha ao Festival - onde moram todos que trabalham na organização.
Nos dias 2 e 3 de abril de 2010, foram reunidas algumas bandas, a grande maioria de Sobradinho mesmo - cidade vizinha ao Festival - onde moram todos que trabalham na organização.
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| Foto: Danusa Lazzari |
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| Foto: Danusa Lazzari |
Algumas com seus próprios sons, outras caprichando nos covers, fizeram a trilha sonora daquele fim de semana em meio a natureza e de vários bois que pastavam sem se importar com o que cantavam as bandas...
Já era domingo a tarde quando alguém comenta, olhando para a decoração do palco: “mas que ricas abóboras”!! Pronto, estava naquele momento sendo batizado o palco “Ricas Abóboras”....
2011 - a era de aquarius
No ano seguinte, em 2011, o festival seguia nas mesmas ideias, mas com um novo palco!!! Sim, inacreditavelmente toda a estrutura fenomenal daquele primeiro palco saiu da vida para entrar para a história, pois o mesmo não resistiu até a segunda edição do festival.
Na verdade, o palco em si era móvel, pego emprestado de algum lugar do qual nem me lembro mais, e após o festival foi devolvido. E aquela bela estrutura de cobertura estilo colonial, esvaiu-se sozinha, tendo os restos removidos para um bem maior. Todo mundo meteu a mão na massa outra vez, e um novo palco foi “construído”. Sim, assim mesmo, entre aspas!!! Pois então, o tal palco novo já existia, lá mesmo, na Cascatinha. Herança de outros festivais, o novo palco foi desmanchado, carregado, e reconstruído no local que é hoje.
Agora sim, o festival ficando fino com um palco de verdade!!!
E isso não era tudo! Como nós procurávamos sempre melhorar a estrutura do festival, foi construído – pasmem – um camarim!! Fenomenal, diga-se de passagem!!! Uma obra de arte rural...
E novamente no sábado e domingo de páscoa, dias 22 e 23 de abril em 2011, foi realizada a segunda edição do entrevero! Agora com mais bandas, e vindos de mais longe, para fazer esse festival conosco. De Cachoeira do Sul veio novamente a Cinzeiro e Vinho Tinto, juntamente com o pessoal da Agranel. De Caxias do Sul o pessoal do Cucastortas abraçou a causa e aceitou o convite de descer a serra e subir o centro-serra, desbravando o festival para que outras bandas de lá viessem depois. A Espora Elétrica veio afiada de Passo Fundo, assim como Os Instantâneos de Butiá. A dupla Paralelo Bipolar trouxe um som acústico pra galera, enquanto a Quarto Ácido veio de Panambi com novo nome para participar pela segunda vez do Pira, e começar a firmar uma baita amizade. Da região, marcaram presença Práticos Delirantes, a Rock ‘n Live, a Xispa Divina, todos de Sobradinho, e mais o Matheus Costa de Arroio do Tigre, outra cidade vizinha do festival (sim, todas as cidades em volta estão a poucos quilômetros de distância!).
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| Foto: Danusa Lazzari |
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| Foto: Danusa Lazzari |
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| Foto: Danusa Lazzari |
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| Foto: Danusa Lazzari |
Tá bom, tá bom, talvez não tenha sido realmente a maior inovação, mas que ela tava movimentada, a isso tava!!!! Ainda mais depois da chuvarada que começou na sexta-feira e se estendeu até metade do sábado, e do frio que veio após a chuva!!
Não houve grappa que chegasse pra aquecer tantos corações encharcados....
2012 - o ano da maioridade
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| Cartaz 3º Edição |
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| Foto: Renan Mattos |
O Festival começou a ser organizado mais cedo que nos anos anteriores, mais amigos foram agregados à organização, reuniões frequentes aconteceram para discutir e alinhar a 3º edição...
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| Foto: Renan Mattos |
E todo esforço foi imensamente recompensado! Pessoas de diversas regiões do estado, e mais alguns desbravadores de fora, encheram a Cascatinha para celebrar conosco uma páscoa cheia de alegria, esbanjando amizade num clima incrível, embaladas por bandas sensacionais, culminando num festival que sequer imaginávamos alguns meses antes.
Ouvimos músicas e performances maravilhosas no palco! Fora dele, muitas amizades nasciam a todo instante nos acampamentos, em volta do bar, na fogueira, na ladeira do potreiro do vizinho, em todos os lugares da Cascatinha...
A Xispa Divina - banda da casa – abriu o festival, como já ocorrera no ano anterior. Em seguia o Luciano Alves veio com seu folk de qualidade e letras bem escritas. Aliás, qualidade foi o que não faltou. A Rock’n Live em sua 3º participação, a Greek Van Peixe e a Mindgarden de Caxias, Os Brutais de Pelotas, e a Sopro Cósmico de Porto Alegre, fizeram shows memoráveis e surpreendentes. Nessa última inclusive haviam várias pessoas já deitadas em suas barracas que voltaram até a frente do palco pra ver que loucura era aquela que estava acontecendo! E isso foi só a sexta-feira...
No sábado, inicio de tarde, mais uma vez o Mateus Costa veio trazer seu repertório de piano, com algumas pitadas de música clássica e também de sua passagem por uma banda que deu o que falar, a Ávalon. Na sequência vieram a BardoeFada com a sua sensualidade, de Santo Ângelo, a Auditiva que na época estava radicada em Sobradinho, e o Renato Velho e Fluxo Piroclástico, que veio de Taquara mostrar o seu trabalho. Já começando a cair a noite, voltamos para algumas bandas Caxienses. Primeiro a Pindorália, seguido pela Cucastortas, já em sua 2º participação, ambas com muito brilho, diga-se de passagem. Na sequência a Vãn Züllat, banda de nome difícil de Pelotas, subiu no palco e mandou ver um instrumental furioso. Em seguida a Velho Hippie deu um descanso pra galera com suas belas melodias, e a Quarto Sensorial novamente veio com seu instrumental de deixar todos de boca aberta. E pra fechar com chave de ouro o sábado, a Espora Elétrica assumiu o palco, parando só quando cansaram de tocar...
Já era quase domingo de manhã quando a Rádio Camarim tasca na íntegra o disco Animals, do Pink Floyd. A noite estava encerrada.
E já com o sol raiando que os últimos guerreiros ainda bebiam os últimos goles antes de um merecido descanso. Um pessoal que em seguida praticaria yoga já se alinhava em frente ao palco, onde a oficina foi realizada.
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| Foto: Danusa Lazzari |
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| Foto: Danusa Lazzari |
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| Foto: Renan Mattos |
Muitos olhavam e perguntavam: “de onde saiu esse índio?”, no que prontamente ouviam a resposta: “mas olha tche, veio de ônibus de Porto Alegre!!”...
Óbvio né?! Ou nem tanto...
| Foto: Tiago Miotto |
Alguns gostaram dele, outros ficaram meio assim, mas duvido que alguém tenha esquecido dele!!
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| Foto: Renan Mattos |
E nesse novo ano, na 4º edição, esperamos todos os amigos novamente para beberem uns goles do vinho, da cerveja, da cachaça, da grappa, do absinto, ou mesmo todos eles juntos, e pitarem um fumo em corda, celebrando conosco mais uma páscoa DAQUELAS!!!
E tu, vai ficar de fora???!!!!
Nos vemos na Cascatinha!!! ;)










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